16/12/2013
O que é um som de alta qualidade e definição?
Conheça o que é high-end, coloração sonora, equilíbrio espectral, precisão tonal, dinâmica, cancelamento e o comportamento do som de alta qualidade.
Pessoas querem mais que produtos, querem que o sistema de reprodução toque música com muita emoção, intensidade, envolvimento e gere prazer, muito prazer. Qualquer gênero musical é ótimo desde que o sistema de reprodução ajude. Se o sistema de reprodução for muito fraco, qualquer música perde sua emoção. E música é emoção, independente de gênero e volume. Mesmo em volume baixo a emoção deve ser estimulada. Isto é alto-desempenho musical, o produto principal da Audiophonic.
QUALIDADE DE ÁUDIO
HIGH END: Termo utilizado para produtos que empregam tecnologia de ponta extrema, à frente da tecnologia atual.
Em português coloquial: Tecnologia de outro mundo
COLORAÇÃO SONORA: Em sonorização, é o excesso em determinadas freqüências, tornando a reprodução artificial, irreal e sem fidelidade. É como um prato com tempero em demasia – é enjoativo e atropela o sabor dos ingredientes. O bom alto-falante deve ser neutro e reproduzir a música exatamente como ela é quando em FLAT*. Caso o consumidor, a critério de seu gosto pessoal queira adicionar coloração (mais grave, mais agudo, etc) equalizável, ele tem como base a reprodução neutra. Há falantes e amplif**adores cuja coloração sonora vai além de ganhos em freqüências, o timbre passa a ser demasiadamente artificial e sintetizado.
Em português coloquial: Cansei, tá enjoativo... Não soa natural.
*FLAT – Bass, Mid e Treble ajustados no 0.
EQUILÍBRIO ESPECTRAL: É o equilíbrio proporcional entre as faixas de freqüências de uma música. Ao erguer ou diminuir o volume, as freqüências sub-grave, grave, médio grave, médio agudo e agudo devem subir e diminuir proporcionalmente em todos os falantes do carro, direito, esquerdo, frontal e traseiro + subwoofer. Alto-falantes de baixo custo normalmente apresentam um tweeter muito presente em volumes baixos comparado ao médio (mid-bass) e, quando em volume alto, o tweeter satura perdendo definição e o médio soa arisco demais, tirando a articulação musical.
Em português coloquial: Tem grave/agudo demais. Tá berrando muito. Abaixe o volume um pouco, por favor.
PRECISÃO TONAL: Este é o critério número 1 quando se fala de emoção. É a precisão do tom de cada nota, timbre. O quão real os instrumentos e vozes soam comparados ao executado ao vivo. É também conhecida como assinatura sônica, a identidade exclusiva da sonoridade de cada voz humana, instrumento musical e afins. É um dos pontos mais valorizados por audiófilos. É o que faz um saxofone não soar como um trompete ou uma gaita. Até música eletrônica soa diferente. Em outras palavras, é a chamada alta-definição do áudio.
Em português coloquial: O som tá embaçado, parece que tem um nevoeiro... Abaixa o volume um pouco, por favor.
DINÂMICA: Usando mídias de qualidade, com boa gravação, toda música tem várias dinâmicas, sendo elas divididas em micro, média e macro. A micro dinâmica é notada através de detalhamentos, um leve suspiro, o arrastar do dedo sobre o piano, o som do abrir da boca do cantor, entre outras informações musicais ocultas. Projeta mais realismo, presença e autenticidade. A macro dinâmica é a capacidade de “aceleração instantânea” quando a música alterna volumes baixos e altos, com comutação ultra rápida. Deve ocorrer sem saturação, fadiga ou distorção dos falantes, com rapidez e ataque plenos e intensos.
Em português coloquial: Engraçado, não tá empolgando não. Aumenta mais o volume (mas já está muito alto!!)
ATAQUE: É a velocidade, a rapidez com que as notas e instrumentos são executados, a intensidade deve ser precisa, sem embolar.
Em português coloquial: Sem pegada
PICO NA CURVA DE RESPOSTA DE FREQUÊNCIA: Em determinadas freqüências, o som f**a forte demais. Em alto-falantes de baixa qualidade, chega-se a ter mais de 10dB de diferença de volume em determinadas freqüências. Isso equivale a um volume 3x acima de como foi gravado originalmente. O bom alto-falante deve ser linear, não apresentar picos nem vales em sua curva de resposta de freqüência.
Em português coloquial: Essa sanfona tá muito alta, mas o contra baixo eu nem ouço direito!!
VALE NA CURVA DE RESPOSTA DE FREQUÊNCIA: O oposto do pico, o som f**a baixo demais em determinadas freqüências.
Em português coloquial: Mal consigo ouvir a sanfona, mas o grave do baixo tá tremendo tudo!!
SIBILÂNCIA: O tweeter soa ardido, raspa em algumas freqüências de agudo. Os cariocas tendem a falar com sibilância. Ao invés de falarem “As casas das moças são bonitas”, pronunciam “Ash casash dash moçash são bonitash”. Ou o prato da bateria, que ao invés de soar como “tsss tsss” soa como “tsh tsh tsh”.
Em português coloquial: Cara, tá doendo meus ouvidos, parece que tem um gato escaldado. Abaixa o volume um pouco, por favor.
BRILHO: Todo mundo já ouviu uma música que parece que tem algo bloqueando o alto-falante, como um tapete sobre ele, pois a música soa apagada, sem vida, pálida, a “1 km de distância”. Uma música com brilho é muito mais envolvente e apresenta todo o conjunto dos itens descritos acima sem gerar coloração sonora. Os cones e tweeters Audiophonic foram desenvolvidos para reproduzirem o brilho natural dos instrumentos sem excessos e agudos saturados. Chamamos tecnicamente um áudio sem brilho de velado.
Em português coloquial: Nossa, dá até arrepio esse som, muito envolvente!
DAMPING: É o freio do amplif**ador sobre o alto-falante. Batidas musicais muito rápidas tendem a se embolar caso o amplif**ador não conte com um bom damping e o alto-falante for duro demais. Portanto é um critério que se aplica tanto ao amplif**ador quanto ao alto-falante. Assim como o carro acelera e freia, o alto-falante deve excursionar gerando ondas musicais e parar no tempo da música, sem continuar a vibrar pela sua inércia. Alto-falantes high-end nem sempre precisam de amplif**ador com fator damping alto para apresentarem um áudio controlado e preciso. Já alto-falantes de construção pobre no geral, pedem um amplif**ador com maior poder de controle (damping) para compensar, até determinado limite, a falta de qualidade.
Em português coloquial: Os instrumentos estão tocando tudo um em cima do outro, embolou num mingau só.
CANCELAMENTO ACÚSTICO: No carro há materiais internos que absorvem ou refletem as ondas musicais. O banco de estofado, por exemplo, tende a absorver as ondas enquanto o vidro tende a refletir. Lataria de porta que vibra muito (sempre no sentido oposto ao alto-falante – lei da ação e reação) também gera cancelamento acústico. Não é essencial para muitos e também varia muito de carro para carro.
Em português coloquial: Boto ganho, aumento o volume, o falante tá esgoelando e o som parece que não aumenta...
AMBIÊNCIA: Há músicas gravadas em estúdio e outras em estádio, ao ar livre. Há bandas que gravam determinadas músicas em estúdios grandes, com pé direito alto para ter um efeito de eco proposital. Outros gravam em salas de concerto. A ambiência deve ser notada de forma clara ao ser reproduzida pelos seus falantes Audiophonic. Em algumas músicas, tem-se a percepção que a cantora está sussurrando aos seus ouvidos tamanho o realismo. Ou, que você está no show ao vivo.
Em português coloquial: Caramba, parece que estou lá!!
PRAZER: O prazer musical pode ser traduzido em várias palavras: profundo, provocante, mágico, envolvente, intenso, emotivo, emocionante, nostálgico, realista, intrigante, surreal, instigante, entusiasmante, etc. O mais importante é que esses prazeres estejam presentes conforme o gênero musical e sejam sentidos em sua plenitude. Esse é o verdadeiro produto AUDIOPHONIC.
*Desenvolvido pela AUDIOPHONIC em dezembro de 2013.