Lucheti Lubrificantes

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Lucheti Lubrificantes Empresa 100% nacional, fundada em 1988, que tem como objetivo desenvolver, produzir e comercializar

A Lucheti Lubrif**antes é uma empresa 100% nacional, fundada em 1988, com o objetivo inicial voltado para fabricação de óleos lubrif**antes industriais (emulsionáveis, refrigerantes, sintéticos e semi-sintéticos, de corte integral e convencional), avançando para o mercado automotivo e depois para fabricação de vaselinas líquidas, sólidas medicinais e técnicas industriais. Hoje, contamos com três unidades situadas em São Paulo, e uma no Rio de Janeiro, possuímos infra-estrutura para atender qualquer demanda, seja na área automotiva ou industrial. Em todo estes anos, o objetivo diário de nossos esforços foi o trabalho com qualidade e pontualidade, contando com uma equipe tecno-comercial capacitada para atender aos nossos clientes.

Pintura que descasca, adesivo que não cura, solda com porosidade, líquido penetrante que acusa indicação falsa. Boa part...
21/10/2026

Pintura que descasca, adesivo que não cura, solda com porosidade, líquido penetrante que acusa indicação falsa. Boa parte desses problemas nasce uma etapa antes, na limpeza.

Existe um teste simples para saber se a superfície está realmente desengraxada: molhe a peça e observe. Se a água formar um filme contínuo, a superfície está limpa. Se ela se romper em gotas, ainda há filme oleoso.

A escolha do desengraxante considera quatro variáveis:

Contaminante: Óleo mineral leve, graxa, fluido de corte emulsionado e resíduo carbonizado não saem do mesmo jeito.
Substrato: Alcalino forte ataca alumínio e ligas leves. O que funciona no aço pode manchar a peça seguinte.
Método: Imersão, aspersão e ultrassom mudam a diluição e o tempo de contato.
O que f**a depois: Enxágue, secagem e compatibilidade com o tratamento posterior fazem parte da escolha.

Manda o tipo de contaminante e o material da peça que a gente ajuda a definir produto e diluição.
**antes

Plano de lubrif**ação não deveria seguir igual só porque sempre foi assim. Equipamento muda, carga muda, turno muda, pro...
19/10/2026

Plano de lubrif**ação não deveria seguir igual só porque sempre foi assim. Equipamento muda, carga muda, turno muda, processo muda.

O sinal mais subestimado da lista é o quinto. Intervalo herdado do manual original, mantido por anos, sem considerar que aquele redutor hoje trabalha em dois turnos e não em um. Relubrif**ar sempre na mesma frequência produz os dois erros ao mesmo tempo em pontos diferentes da planta: falta em uns, excesso em outros.

Excesso, aliás, não é margem de segurança. Em rolamento, graxa demais aumenta batimento interno, eleva temperatura e acelera a degradação do próprio produto.

Um plano completo responde seis perguntas para cada ponto:

qual produto;

qual quantidade;

em que ponto exato;

com que intervalo;

por qual método;

e quem confere depois.

A última costuma ser a que falta.

Escolha os 10 pontos mais críticos da planta e responda as seis para cada um esta semana. O resultado desse exercício costuma ser mais revelador que uma auditoria completa.
**ação **ação **antes

Aquecer é a parte previsível do tratamento térmico. O resultado se decide no resfriamento.O óleo de têmpera trabalha em ...
16/10/2026

Aquecer é a parte previsível do tratamento térmico. O resultado se decide no resfriamento.

O óleo de têmpera trabalha em três fases sucessivas ao redor da peça: filme de v***r, ebulição e convecção. A velocidade de extração de calor em cada uma dessas fases determina a transformação metalúrgica obtida, e também o nível de distorção e o risco de trinca.

Por isso a escolha do fluido considera o aço, a seção da peça, a dureza alvo e a severidade de resfriamento necessária, além das condições do banho: temperatura de trabalho, agitação e nível de contaminação.

Um alerta que vale repetir em qualquer planta que tempera em óleo: água no banho é risco de segurança, não só de qualidade. Além de alterar a curva, ela pode gerar projeção violenta no momento da imersão. Controle de água no óleo de têmpera é item de rotina, não de auditoria anual.

Se você trabalha com têmpera em óleo e quer revisar as condições do banho, fale com nosso time técnico.
**antes

Estamos com uma oportunidade para Auxiliar de Produção! Marque quem está procurando uma nova oportunidade e compartilhe ...
15/10/2026

Estamos com uma oportunidade para Auxiliar de Produção!

Marque quem está procurando uma nova oportunidade e compartilhe com quem precisa 🤝

A água aparece no óleo em três estados. Dissolvida, sem alterar a aparência. Emulsionada, deixando o fluido turvo. E liv...
14/10/2026

A água aparece no óleo em três estados. Dissolvida, sem alterar a aparência. Emulsionada, deixando o fluido turvo. E livre, decantada no fundo do reservatório.

O ponto importante: turvação só aparece depois que o óleo passou do ponto de saturação. Quando você vê, a contaminação já vinha acontecendo há semanas ou meses, em nível invisível.

E o nível invisível já faz estrago. Água dissolvida participa da degradação de aditivos, favorece corrosão em superfícies usinadas e reduz a espessura efetiva da película. Em rolamentos, a literatura de confiabilidade trata contaminação por água como um dos fatores mais agressivos à vida útil do componente.

A medição em ppm é feita por ensaio específico, não por inspeção visual.

Agora a parte que resolve. Ela entrou por algum lugar, e quase sempre é um destes:

respiro do reservatório sem elemento de filtragem;

vedação de eixo desgastada em ambiente úmido;

lavagem de piso com mangueira direcionada ao equipamento;

tambor estocado deitado ou ao tempo, respirando pela tampa a cada variação de temperatura;

resfriador com troca interna comprometida.

Antes de programar a troca do óleo, ache a porta de entrada. Comece pelo respiro.
**antes

Especif**ar lubrif**ante sem conhecer a aplicação é escolher viscosidade no escuro. As cinco perguntas que abrem qualque...
12/10/2026

Especif**ar lubrif**ante sem conhecer a aplicação é escolher viscosidade no escuro. As cinco perguntas que abrem qualquer recomendação técnica:

1. Qual o tipo de contato e a carga? Rolamento de esferas, engrenagem helicoidal e guia deslizante trabalham em regimes diferentes de película.

2. Qual a temperatura real do componente? Não a nominal do processo. A medida na carcaça, na condição mais severa do turno.

3. Qual a velocidade? Em rolamento, o fator DN muda completamente a escolha entre óleo e graxa, e a consistência dentro das graxas.

4. Qual o ambiente? Poeira abrasiva, água de lavagem, v***r, contato incidental com alimento e maresia levam a caminhos distintos.

5. Como e com que frequência o produto é aplicado? Bomba automática, graxeira manual, banho e circulação exigem características diferentes de bombeabilidade.

Quem responde as cinco chega com uma especif**ação. Quem p**a chega com uma viscosidade.

Na Lucheti, esse é o roteiro que abre qualquer conversa técnica antes de indicar produto.
**açãoTécnica **antes

A performance de um produto começa muito antes de ele chegar ao equipamento. Começa na seleção do básico.Existe uma clas...
09/10/2026

A performance de um produto começa muito antes de ele chegar ao equipamento. Começa na seleção do básico.

Existe uma classif**ação que organiza isso. A API separa os básicos por teor de saturados, enxofre e índice de viscosidade: Grupos I, II e III são parafínicos com refino progressivamente mais profundo, o Grupo IV reúne as PAOs sintéticas, e o Grupo V concentra todo o resto, incluindo naftênicos, ésteres, óleos brancos e silicones.

O detalhe que costuma passar batido: isso não é uma escala de qualidade. Um Grupo III não substitui um naftênico numa aplicação que depende de solvência, assim como um éster não resolve onde o custo manda.

Escolhido o básico, vem a combinação com aditivos, e cada família responde de um jeito ao mesmo pacote.

Por isso desenvolver solução adequada exige entender onde e como o produto será usado, não só o que ele precisa entregar na ficha.

Na Lucheti, conhecimento de aplicação e de formulação trabalham na mesma mesa.
**ação **antes

Quando um óleo aparece com viscosidade abaixo do esperado na análise, o primeiro suspeito costuma ser temperatura ou dil...
08/10/2026

Quando um óleo aparece com viscosidade abaixo do esperado na análise, o primeiro suspeito costuma ser temperatura ou diluição. Existe um terceiro caminho, e ele é mecânico.

Óleos que precisam manter viscosidade em faixa larga de temperatura usam melhoradores de índice de viscosidade: cadeias poliméricas longas que se expandem no calor. Sob cisalhamento intenso, passagem forçada por orifício, bomba de palhetas, dente de engrenagem carregado, essas cadeias se alinham e se rompem.

A perda tem duas naturezas. Temporária, quando a molécula se alinha sob esforço e volta ao normal depois. Permanente, quando a cadeia quebra de vez e não há recuperação.

O efeito prático chega no relatório: um ISO VG 46 medindo como 32 sem sinal de diluição por combustível ou solvente. Com a viscosidade abaixo do projeto, a espessura de película cai, e a folga entre lubrif**ação hidrodinâmica e contato metal-metal encurta.
**antes

Antes de escolher aditivo, o formulador escolhe base. Essa decisão define metade do trabalho seguinte.Uma base naftênica...
07/10/2026

Antes de escolher aditivo, o formulador escolhe base. Essa decisão define metade do trabalho seguinte.

Uma base naftênica tem alto poder de solvência e ponto de fluidez naturalmente baixo, sem depender de depressor. Na prática: aditivo que entra em solução com mais facilidade, comportamento próprio com elastômeros e vedações, e fluido que continua escoando em temperatura baixa.

O contraponto existe e é justo dizer: índice de viscosidade menor que o de uma base parafínica equivalente, e estabilidade à oxidação mais dependente do pacote aditivado.

Por isso naftênico aparece onde solvência e frio pesam mais que IV: óleos de processo, fluidos de transmissão de calor, óleos para borracha, tintas, adesivos e graxas.

Se você formula e quer avaliar, peça amostra pelo nosso comercial técnico.
**antes

Não existe uma única condição de operação dentro da indústria.Temperaturas, cargas, velocidades, materiais e ambientes v...
06/10/2026

Não existe uma única condição de operação dentro da indústria.

Temperaturas, cargas, velocidades, materiais e ambientes variam de um processo para outro. Por isso, a lubrif**ação precisa acompanhar essas diferenças.

Na Lucheti, o desenvolvimento e a recomendação de soluções partem da compreensão da aplicação e de suas exigências técnicas.

É assim que a lubrif**ação deixa de ser apenas um insumo e passa a fazer parte da confiabilidade do processo industrial.

**açãoIndustrial **antes

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