Ride or Die Brasil

Ride or Die Brasil Aos aficionados por velocidade!

DURANTE 50 ANOS!! Foi quanto a Ferrari ficou sem uma Spider V12 dianteira de produção em série. E a 812 GTS encerrou ess...
17/08/2026

DURANTE 50 ANOS!! Foi quanto a Ferrari ficou sem uma Spider V12 dianteira de produção em série. E a 812 GTS encerrou essa espera do jeito certo! 👏🏼

Nas fotos, o branco deixa o desenho da carroceria bem clean e joga a atenção direto para essas rodas multirraios usinadas, que casaram MUITO bem com o conjunto. Pinças vermelhas, freios carbocerâmicos, carbono na parte baixa e interior claro com detalhes pretos e vermelhos completam uma configuração que ficou animal sem precisar inventar moda.

E o melhor continua ali na frente, com o V12 6.5 aspirado, 800 cv a 8.500 rpm e 73,2 kgfm a 7.000 rpm, com limite de giro em 8.900 rpm. O câmbio é F1 de dupla embreagem e 7 marchas, mandando tudo para as rodas traseiras.

Mesmo sendo conversível, a 812 GTS faz 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos, 0 a 200 em 8,3 s e passa dos 340 km/h. Basicamente, a Ferrari abriu o teto sem desmontar a receita da 812 Superfast.

Dentro da linhagem, ela marcou o retorno ao formato Spider com V12 dianteiro meio século depois da 365 GTS4, a Daytona Spider. Um capítulo bem especial da história recente de Maranello.

CuriosiRider 🧠
O teto rígido retrátil leva só 14 segundos para abrir ou fechar e pode ser acionado com o carro andando a até 45 km/h. Parece um mero detalge, até você lembrar que existe um V12 aspirado de 800 cv logo à frente do para-brisa.

Pra vocês é ssas rodas elevaram a configuração ou num 812 GTS você manteria o desenho original de fábrica ? Eu achei espetacular e casaram super bem!

Fotos por 07_spotting

550 cv, porta-malas de 500 litros e Nürburgring abaixo de 7:30. A BMW realmente perdeu a medida com essa perua.Pela prim...
15/08/2026

550 cv, porta-malas de 500 litros e Nürburgring abaixo de 7:30. A BMW realmente perdeu a medida com essa perua.

Pela primeira vez na história da divisão M, o sobrenome CS foi parar numa Touring. E essa unidade acertou em cheio na configuração: Laguna Seca Blue, capô com fibra de carbono exposta, rodas forjadas Gold Bronze, teto preto, detalhes vermelhos nos emblemas e na grade, além de carbono espalhado pelo splitter, entradas dianteiras, retrovisores e difusor. O Laguna Seca Blue nclusive, é uma das quatro cores oferecidas oficialmente para o modelo.

Debaixo do capô está o seis-em-linha 3.0 biturbo levado a 550 cv e 66,3 kgfm, 20 cv a mais que a M3 Competition Touring xDrive. O conjunto trabalha com o M Steptronic de 8 marchas e o M xDrive, que ainda permite 4WD Sport e até 2WD com o controle de estabilidade desligado. Resultado: 0 a 100 km/h em 3,5 s, 0 a 200 em 11,7 s e 300 km/h de máxima. Numa perua. Sensacional. (BMW Group PressClub)

A sigla CS também trouxe uma dieta de aproximadamente 15 kg, além de acerto específico de suspensão, direção e eletrônica. Capô, splitter, entradas de ar, capas dos retrovisores e difusor são feitos em CFRP, os bancos dianteiros são M Carbon e até o silencioso traseiro é de titânio. Parece pouca diferença olhando apenas para a balança, mas a intenção aqui era deixar resposta, chassi e entrega mais afiados, não transformar a Touring num carro depenado.

E tem outro detalhe irado nessa receita: o seis-cilindros usa soluções desenvolvidas pensando em pista desde o início, e essa mesma arquitetura serve de base para o motor utilizado no BMW M4 GT3. Ou seja, ainda dá para buscar as crianças na escola, só não precisa contar de onde veio parte da engenharia.

CuriosiRider 🧠
Em 2025, o piloto e engenheiro de desenvolvimento da BMW M Jörg Weidinger levou uma M3 CS Touring para a Nordschleife e cravou 7:29.490, estabelecendo um novo recorde para um Touring em Nürburgring. Perua familiar passando abaixo dos sete minutos e meio virou uma informação perfeitamente normal em Munique.

Fotos por GT
Via 𝘾𝙖𝙧𝙧𝙤𝙨 𝙀𝙭𝙤́𝙩𝙞𝙘𝙤𝙨 𝘽𝙧𝙖𝙨𝙞𝙡 🇧🇷 𝙚𝙗

Street Fighter ensinou uma geração inteira a destruir um LS400. Esse aqui por sorte, escapou do Hadouken. 😂E vale o deta...
15/08/2026

Street Fighter ensinou uma geração inteira a destruir um LS400. Esse aqui por sorte, escapou do Hadouken. 😂

E vale o detalhe nerd: o sedã da clássica fase bônus de Street Fighter II era inspirado no LS400 de primeira geração, o XF10. O das fotos é o sucessor, um LS400 1998 UCF20 reestilizado, já com uma evolução mecânica bem interessante em relação aos primeiros anos da segunda geração.

A configuração também ajuda bastante... Essa unidade é identif**ada como Imperial Jade Mica, código 6Q7, um verde escuro metálico que praticamente fecha para preto longe da luz e ganha profundidade quando bate iluminação direta. Soma as rodas originais de 16”, frisos cromados, teto solar e aquela carroceria comprida e baixa típica dos sedãs japoneses de luxo dos anos 90. Ficou ANIMAL!

Debaixo do capô está o lendário 1UZ-FE 4.0 V8 aspirado, 32 válvulas e VVT-i, com cerca de 284 cv e 40,6 kgfm, ligado ao câmbio automático de 5 marchas e tração traseira. Faz 0 a 100 km/h em aproximadamente 6,9 segundos e chega aos 250 km/h. Nada mal para um sedã de luxo lançado quando telefone celular ainda parecia equipamento militar, rs.

E 1998 foi justamente um ano importante para o LS400. A Lexus colocou VVT-i no V8, aumentou consideravelmente potência e torque e trocou a antiga caixa de quatro pela automática de cinco marchas. Nos te**es americanos da época, o ganho foi suficiente para baixar o 0 a 60 mph de 7,0 para 6,3 segundos.

CuriosiRider
O LS400 não foi simplesmente mais um sedã criado pela Toyota. Ele nasceu do gigantesco Project F1, programa que deu origem à própria Lexus. Mais de 1.400 engenheiros e 2.300 técnicos trabalharam no projeto, com mais de 400 protótipos e aproximadamente 4,3 milhões de quilômetros de te**es antes do primeiro LS chegar às ruas. Era a Toyota entrando numa briga dominada por Mercedes e BMW sem intenção nenhuma de participar como figurante.

Hoje encontrar um LS400 dessa geração inteiro, original e ainda numa configuração dessas é uma mosca branca de muito potencial colecionável!

Fotos por Lohan Esplugues

Faltou só o Swoosh invertido na lateral e já dava pra chamar de Aventador SVJ Cactus Jack Edition! 😂A referência ao Trav...
13/08/2026

Faltou só o Swoosh invertido na lateral e já dava pra chamar de Aventador SVJ Cactus Jack Edition! 😂

A referência ao Travis Scott bate na hora. O rapper ficou conhecido também pelo Aventador SV Roadster customizado pela West Coast Customs naquele tom chocolate, e alguém em São Paulo resolveu trazer a receita para um SVJ. Só que aqui tem um detalhe bom: por baixo do marrom, essa unidade continua sendo Giallo Tenerife de fábrica, cor disponível dentro da paleta Ad Personam da Lamborghini.

E ficou animal. O tom “bronzeado” muda completamente conforme a luz, enquanto o carbono exposto do splitter, saias, entradas de ar, tampa do motor e aquela asa gigantesca deixa o conjunto com uma combinação que parece ter saído da garagem do Travis. Rodas pretas com as pinças amarelas fecham a configuração sem tentar combinar demais.

Só que por trás da brincadeira continua existindo um dos Aventador mais sérios já feitos.

O V12 6.5 aspirado entrega 770 cv e 73,4 kgfm, ligado ao câmbio robotizado ISR de 7 marchas e à tração integral. Faz 0 a 100 km/h em 2,8 segundos e passa dos 350 km/h. Foram somente 900 unidades do SVJ Coupé.

O pacote também trouxe o ALA 2.0, sistema de aerodinâmica ativa capaz de alterar a carga aerodinâmica conforme a situação, trabalhando junto com direção nas quatro rodas, suspensão pushrod e todo o acerto específico do SVJ.

CuriosiRider
Antes mesmo de ser apresentado oficialmente, o SVJ foi para Nürburgring com Marco Mapelli e cravou 6:44.97 nos 20,6 km da Nordschleife, assumindo na época o recorde entre carros de produção. E o “J” de SVJ vem justamente de Jota, nomenclatura histórica da Lamborghini para suas derivações mais focadas em pista.

Agora f**a a dúvida que rende... Você manteria essa pegada Travis Scott, colocaria até umas rodas claras para assumir de vez a referência, ou arrancaria a plotagem amanhã cedo para devolver o Giallo Tenerife? 👀

A HISTÓRIA DO PROJETO DESSE CARRO É LOUCURA! 😱 Era pra essa Xiaomi estar no seu bolso. Acabou com 690 cv e tração integr...
12/08/2026

A HISTÓRIA DO PROJETO DESSE CARRO É LOUCURA! 😱 Era pra essa Xiaomi estar no seu bolso. Acabou com 690 cv e tração integral!

E a história por trás do YU7 é boa demais… Em 2021, depois de a Xiaomi entrar numa lista de restrições dos Estados Unidos, Lei Jun reuniu a equipe para discutir o futuro da empresa caso o negócio de smartphones fosse comprometido. Foi nesse contexto que a ideia de fabricar carros ganhou força. Meses depois, a Xiaomi oficializou sua entrada no setor automotivo.

Quatro anos depois apareceu isso aqui.

O Xiaomi YU7 Max AWD usa dois motores elétricos com 690 cv e 88,3 kgfm, faz 0 a 100 km/h em 3,23 segundos e chega aos 253 km/h. A bateria NCM de 101,7 kWh entrega até 760 km no ciclo CLTC.

Essa unidade, aparentemente em Lava Orange, ficou animal com teto preto, rodas escurecidas, Michelin e pinças Brembo vermelhas. E convenhamos, encontrar um desses com placa paraguaia por aqui ainda é uma cena bem fora do roteiro.

CuriosiRider

A Xiaomi levou literalmente o DNA dos smartphones para dentro do carro. Snapdragon 8 Gen 3 no cockpit, NVIDIA DRIVE AGX Thor, Wi-Fi 7, 5G e integração com o HyperOS. Basicamente, trocaram a tela de 6 polegadas por uma carroceria de quase cinco metros e colocaram 690 cv no pacote.

Agora quero argumento. A Xiaomi já fez o suficiente para preocupar as fabricantes tradicionais ou ainda precisa provar que sabe fazer carro de verdade?

Fotos por Irmãos W
Via 𝘾𝙖𝙧𝙧𝙤𝙨 𝙀𝙭𝙤́𝙩𝙞𝙘𝙤𝙨 𝘽𝙧𝙖𝙨𝙞𝙡 🇧🇷 𝙚𝙗

A Miura não entrou para a história da Lamborghini. Ela basicamente ajudou a construir a história da marca! Essa das foto...
11/08/2026

A Miura não entrou para a história da Lamborghini. Ela basicamente ajudou a construir a história da marca!

Essa das fotos é uma Lamborghini Miura P400 S em Verde Miura, combinação que já seria absurda parada numa coleção. Agora imagina encontrar uma dessas simplesmente rodando pela 9 de Julho, em São Paulo...

Lançada no fim dos anos 60, a Miura virou referência ao colocar o V12 atrás da cabine e montado transversalmente, criando proporções e uma arquitetura que mudariam para sempre a maneira como o mundo enxergava um supercarro.

Na versão P400 S, o V12 3.9 aspirado entrega 370 cv e cerca de 39,8 kgfm, combinado ao câmbio manual de cinco marchas e tração traseira. O 0 a 100 km/h acontece em aproximadamente 6,4 segundos, com velocidade máxima próxima dos 280 km/h. Em 1969, isso era simplesmente fora da curva!!

A S também refinou a primeira Miura com melhorias de acabamento, vidros elétricos e pequenas evoluções mecânicas… Foram 338 unidades da P400 S produzidas entre 1969 e 1971, dentro das 763 Miura construídas pela Lamborghini em todas as versões.

E aí entra o detalhe que deixa essas fotos ainda mais especiais.
Levantamentos de colecionadores apontam apenas cinco Miura S no Brasil, conforme o Leo Santana. Ver uma delas sendo usada na rua, ainda por cima nessa configuração, é o tipo de flagra que dificilmente se repete.

CuriosiRider: para conseguir acomodar o V12 transversalmente naquele espaço, a Lamborghini criou um conjunto extremamente compacto envolvendo motor, câmbio e diferencial, uma solução técnica bastante incomum até para os padrões da época.

A Countach virou o Lamborghini que muita gente pendurou na parede do quarto. Mas foi a Miura que abriu o caminho para praticamente tudo que veio depois, sabiam disso?

Dentro da história da Lamborghini, você coloca a Miura acima da Countach ou a Countach ainda leva essa disputa?

Fotos por Leo Santana

Uma cena pra lá de espetacular. Simplesmente, LaFerrari desfilando no trânsito caótico de São Paulo!Fotos por Apollocars...
08/08/2026

Uma cena pra lá de espetacular. Simplesmente, LaFerrari desfilando no trânsito caótico de São Paulo!

Fotos por Apollocarss e Bruno Spotter
Via Brasil Vip Cars

Endereço

Pinheiros, SP

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