R W Autos e Motos ( Marmelópolis MG )

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07/04/2019

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06/09/2017

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Envelopamento de carenagens da factor da oficina.
28/06/2017

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Começando fazer suspençao celta ...b
06/06/2017

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04/03/2015

DE

Como tirar resíduos deixados por adesivos colados na lataria?

A melhor forma de retirar adesivos da lataria é contar com o auxílio de um secador de cabelos. O secador ajuda a tirar o colante sem deixar resíduos de cola. Se algum resíduo ainda persistir na lataria, o mais recomendado é usar um pano embebido com querosene. Esfregue a área afetada sem fazer força e não deixe o querosene secar sobre a pintura. Assim que o resíduo sair enxágüe bastante. Se esses resíduos permaneceram algum tempo na lataria é bom fazer um polimento para igualar a tonalidade

Esquecer de cuidar da moto signif**a se arriscar em duas rodasManutenção preventiva do veículo é fundamental para a segu...
30/10/2014

Esquecer de cuidar da moto signif**a se arriscar em duas rodas

Manutenção preventiva do veículo é fundamental para a segurança.
Confira dicas do colunista Roberto Agresti para checar itens mecânicos.
Roberto Agresti

Prevenir é melhor do que remediar. Mais do que um provérbio, esta é uma atitude que deve nortear a vida do motociclista. Na pilotagem, prever o que pode ocorrer à frente é preceito básico, mas a manutenção preventiva é uma exigência para qualquer motociclista que deseje cuidar de seu veículo e também de sua integridade física.
O que pode fazer um cidadão que optou pelo guidão e que nem por isso deseja se tornar um expert em manutenção para evitar problemas? Capacidade de observação e, claro, muito bom senso, é a resposta. Abaixo você encontrará algumas orientações para a tarefa de deixar a sua moto em dia.

1) Pneus
Um bom começo para evitar problemas é aprender a observar os pneus. Veículos de duas rodas dependem de movimento para alcançar equilíbrio, além disso tem área de contato com o solo mínima – equivalente ao tamanho de um cartão de crédito. Isso dá aos pneus brutal importância.
A rotina de observação diária não alterará o desgaste da banda de rodagem, porém pode detectar anomalias como bolhas, deformações ou o mais comum, simples e muito perigoso pneu murcho.
Verif**ar semanalmente a pressão dos pneus assim como respeitar os valores recomendados pela fábrica é fundamental. E tão importante quanto a verif**ação frequente da pressão dos pneus é treinar o olho para identif**ar um pneu “murchinho” como aquela laranja que rolou para trás da geladeira há mais de um mês.
Pneus inflados incorretamente causam evidentes problemas de dirigibilidade: o guidão f**a pesado, as respostas às mudanças de direção são estranhas, furos e rasgos ocorrem com mais facilidade e, em casos extremos, o pneu pode sair do aro com imprevisíveis consequências, todas ruins. Se cheio demais, o pneu não “copia” os defeitos da pista, transmitindo irregularidades do solo às mãos de maneira desconfortável e prejudicando a estabilidade do veículo.

2) Correntes e transmissão
O hábito de olhar frequentemente os pneus favorece um vizinho importante, o sistema de transmissão. A maioria das motos se vale de corrente para levar a força do motor para a roda traseira. Esse elemento mecânico de ligação precisa de carinho, quase como se fosse um bicho de estimação: lubrif**ação semanal, ou no mínimo quinzenal, ajuda a alongar a vida útil, não apenas da corrente, mas também de seus parceiros, o pinhão (a engrenagenzinha que você não vê, perto do motor) e a coroa (a engrenagenzona, que você vê, acoplada à roda).
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Corrente seca, sem lubrif**ação, dura pouco, corrói o pinhão e coroa por atrito e, pior de tudo, está mais sujeita ao rompimento. E se isso acontecer, na melhor das hipóteses a moto simplesmente correrá solta como se estivesse em um eterno ponto morto, até parar. E na pior das hipóteses? A corrente quebrada pode enroscar na roda traseira e travá-la. Imagine isso em velocidade, no meio de uma manada de carros, ônibus e caminhões? Ruim demais... E há ainda uma terceira hipótese, péssima: a “chicotada” no motor que a vingativa corrente dá quando se rompe, quebrando o metal da área circunstante ao pinhão.
Tal estrago poderá inundar de óleo instantaneamente o pneu traseiro e, dependendo da extensão do dano, decretar um gasto grande, ou até mesmo a morte do motor. Perda total...
Também o clima e o tipo de uso dado à moto influenciam o ritmo de manutenção da transmissão. Em época chuvosa ela deve ocorrer com frequência quase diária, assim como quando se roda em estradas de terra, areia ou, pior ainda, na lama.
Há lubrif**antes específicos para corrente, mas, para quem queira e/ou precise fazer economia, o bom e velho óleo de motor usado servirá, desde que aplicado com parcimônia - de modo a não causar um desastre ecológico em nosso meio ambiente.

3) Freios
Outro ponto nevrálgico em termos de manutenção é o sistema de frenagem. Hoje boa parte das motos é equipada com discos de freio ao menos na dianteira e, por conta do funcionamento de freios estar baseado em atrito, desgaste haverá não só nas pastilhas, mas também no disco. A análise visual também é adequada neste caso. Pastilhas de freio não são fáceis de avaliar quanto ao desgaste pois f**am escondidinhas. Mas no disco f**a mais aparente. Riscos ou raias profundas são indicadores de vida útil terminal.
Já as pastilhas em fim de carreira por vezes “entregam“ seu mau estado não apenas via perda de eficiência e a alavanca de freio com curso maior, mas também pelo ruído anormal quando acionamos o freio. Neste caso, mais do que o olhar, é a audição é que ajuda. Mas, atenção, pois quando a superfície de atrito acaba, é o metal da pastilha que entra em contato com metal do disco e... o barulho de ferro com ferro só não é pior que o dano no bolso, já que um disco riscado em excesso deve ser trocado, sem choro nem vela.
Com relação ao sistema de freio a tambor, além da atenção quanto à eficiência e baixa acentuada da alavanca ou pedal, há que se observar os pequenos indicadores de desgaste que, por meio de uma seta metálica que aponta para uma pequena escala, anunciam quanto de vida útil resta. E vale o mesmo discurso que para o disco: metal em atrito com metal é prejuízo certo. Ou seja, olho (e ouvido) vivo é preciso...

4) Ruídos e outros 'sinais'
Mas não é só de cuidados com pneus, transmissão e freios que é feita uma boa manutenção. A alma de uma motocicleta, ou seja, o motor, é algo que "fala" claramente se as coisas vão bem, mais ou menos, ou mal. A simples perda de potência ou ruídos, fora o natural rugido do escape, não são muito bem-vindos.
Ruídos mecânicos são naturais em qualquer motor, mas é importante prestar atenção a barulhos que aumentam e variam, intermitentes ou contínuos que sejam. O bom senso também é senhor desta situação e, em caso de um barulho que f**a cada vez mais forte, desligar o motor e esperar que esfrie ao menos por 15 minutos pode ser revelador.
O desaparecimento (ou diminuição) do ruído na sequência não é uma notícia boa, mas apenas a comprovação de que algo não vai bem, e que certamente tem relação com a temperatura de funcionamento. Caso o barulhão ainda esteja lá, igualzinho, aí sim, é melhor não insistir. Desligar o motor e levar a moto ao mecânico é a atitude correta.
De certo modo esse procedimento de atenção à mudanças também vale para o comportamento de comandos como acelerador, embreagem e câmbio: endureceu, amoleceu, ficou diferente? Qualquer variação merece investigação. Às vezes pode ser uma bobagenzinha, lubrif**ação e/ou ajuste, mas às vezes é prenúncio de um problema maior.

5) Óleo
Por incrível que pareça um alto índice de problemas sérios nos motores ocorre pelo desleixo com uma das mais básicas operações: a troca de óleo. Muito esquecem deste “detalhe” não seguindo à risca a indicação do fabricante nem quanto à frequência nem no que diz respeito ao tipo de lubrif**ante. Pensando bem, óleo é barato se comparado ao potencial estrago que pode causar óleo velho ou em quantidade insuficiente no cárter do motor. Além disso, a varetinha que indica o nível está lá para ser usada, certo?

6) Bateria
Outro líquido importante é a água destilada necessária ao bom funcionamento da bateria: controlar o nível é uma operação chatinha, mas fundamental para aumentar a vida útil do componente. Felizmente, boa parte das motos atuais tem baterias do tipo selado, que não exigem manutenção e, neste caso, basta cuidar para que não ocorra um “acidente”: o mais comum é deixar a chave de contato na posição “on” ao estacionar na garagem.
Outro pecado é abusar da buzina, ou acionar por longo tempo o botão de partida. Se ligar o motor é algo que, de um momento ao outro ficou difícil, é necessário buscar o problema antes de sobrecarregar a bateria e o sistema de partida.
E o famoso “ligar a moto no tranco”, pode ou não pode? A ação não é nada recomendável mas, em caso de emergência, é necessário ter em mente que, se a bateria efetivamente morreu (nenhuma luz acende no painel, nem fraquinha que seja) não será o tranco que vai ser capaz de “acordar” o motor.
Outro problema de ligar o motor no tranco é o risco de encharcar o catalisador de combustível, peça cara que deverá ser trocada caso isso aconteça. Outra contra-indicação é a hipótese de ocorrer calço hidráulico, que pode acometer (raramente, é certo) motores dotados de carburador que “vaza” combustível para a câmara de combustão, enchendo-a de líquido. E se isso acontecer, na hora do “tranco” a biela costuma ir para o espaço. Grave...

7) Combustível
Por fim, uma última palavra merece o tema “combustível”: rodar com pouca gasolina ou, pior ainda, deixar o motor apagar por pane seca pode ser muito prejudicial ao motor. Por melhor que seja o combustível, sempre existirão resíduos no tanque, partículas de indesejável sujeira que normalmente f**am depositadas no fundo do reservatório.

O tanque “no osso” torna grande a probabilidade deste lixo ir parar dentro do delicado sistema alimentação, e se isso ocorrer, entupimento parcial gerando falhas no funcionamento é o menor dos problemas. Ruim mesmo será o motor apagar durante uma ultrapassagem. E ainda sobre combustível, outra dica: ao contrário de alguns vinhos, que melhoram com o tempo, a gasolina (assim como o etanol) estraga quando f**a velha, criando borras e resíduos danosos ao motor.
Enfim, a escolha da motocicleta como meio de transporte ou lazer demanda atenção. Livrar-se de congestionamentos, ocupar menor espaço em um mundo cada vez mais carente de lugar, economizar tempo, dinheiro e paciência exige atitude. O cuidado em relação à manutenção, como dissemos, resultará não apenas em economia como também em segurança, nossa e dos demais usuários das vias públicas. E, fora tudo isso, não há senso em gostar de motos e não cuidar bem delas, certo?

DICAS DE MANUTENÇÃO PARA MOTOS..BateriaMuitas baterias de moto não são seladas e esporadicamente precisam ter o nível de...
30/10/2014

DICAS DE MANUTENÇÃO PARA MOTOS..

Bateria

Muitas baterias de moto não são seladas e esporadicamente precisam ter o nível de água completado. Na lateral da bateria você encontrará as marcas “mínimo” e “máximo”. Desligue a bateria (solte primeiro o pólo negativo), retire-a da moto, abra todas as tampinhas e complete o nível com água destilada vendida em postos de combustíveis e farmácias – água comum oxida as placas metálicas existentes dentro da bateria. Não use água mineral ou da to****ra. No verão, em regiões quentes ou em motos que passam o dia estacionadas sob o sol, essa verif**ação tem de ser mais frequente. Quando montar a bateria de volta, aproveite para limpar os pólos e ligue primeiro o positivo.



Cabos

Os cabos de freio, acelerador e embreagem também devem ser conferidos periodicamente. A quebra pode deixar você a pé ou comprometer a segurança. É fácil verif**ar: no caso do freio dianteiro a tambor e da embreagem, afaste o guarda-pó de borracha dos manetes e espie o estado dos cabos de aço. Troque se estiverem desfiados. A verif**ação do cabo do acelerador e sua troca devem ser feitas em uma concessionária.



Corrente

A corrente perde a lubrif**ação mais rápido em períodos de chuva e quando se trafega em regiões com muita terra, pó ou areia. Se andar de moto sob chuva intensa, lubrifique a corrente com óleo SAE 80-90 antes da próxima saída (aplique sobre toda a extensão da corrente com um pincel ou escova de dentes). A lubrif**ação reduz o atrito com a coroa e o pinhão e faz com que os três componentes durem mais. Em condições normais de uso, no asfalto, lubrifique a cada 500 km rodados.

Conforme a moto ganha quilometragem, lentamente a corrente ganha folga. Com o tempo você notará que ela f**ará abaulada para baixo. Quando essa folga for superior ao indicado no manual do proprietário (pode ser de 1,5 cm ou 2 cm, por exemplo), é preciso ajustá-la para não correr o risco de que se solte da coroa com a moto em movimento. Use um dedo ou chave de fenda para empurrar a corrente para baixo e ver quanto cede. O jogo de ferramentas original é suficiente para esticar a corrente e o procedimento está também no manual do proprietário. Basicamente, é feito soltando o eixo traseiro e o afastando para trás no braço oscilante da suspensão, junto com a roda. O aperto em excesso pode causar o rompimento. Cheque a folga a cada 1.000 km.



Filtro de ar

Algumas motos empregam filtros de ar descartáveis pela facilidade de manutenção, mas a maioria dos modelos de baixa cilindrada traz elementos de espuma. Estes devem ser lavados com detergente neutro a cada 1.000 km, e menos que isso se a moto circular em locais com muita poeira ou areia. Depois dessa limpeza, algumas fabricantes recomendam aplicar óleo SAE 80-90 na espuma.



Freio

No caso do sistema a disco, é possível ver se as pastilhas estão próximas ao limite f**ando de frente para a roda. As pastilhas são formadas por uma base metálica (por onde f**am presas à pinça de freio) e pelo material de atrito, que visualmente é um “degrau” que f**a em contato com o disco. Ele não pode estar com menos de 1 milímetro de espessura, e é ideal verif**ar até cada 1.000 km. Não deixe a pastilha acabar, porque essa economia sai caro: se a base metálica entrar em contato com o disco, vai danificá-lo e você precisará comprar um novo. Já nos modelos a tambor há indicadores do limite de ajuste das sapatas. O ajuste do freio a tambor é necessário conforme as sapatas se desgastam e a folga se torna superior a 3 cm até que o freio seja acionado quando pisamos no pedal.



Óleo do motor

Óleo lubrif**ante de boa qualidade é vital para a durabilidade do motor. Além de reduzir o desgaste entre peças como cilindro e anéis, o lubrif**ante ajuda a resfriar o motor e diminui o atrito no câmbio. Trocar o lubrif**ante seguindo os prazos corretos e especif**ações indicadas no manual do proprietário é uma das formas mais baratas de conservar seu motor. Escolha a fabricante de sua preferência, mas sempre siga a recomendação de viscosidade para qual seu motor foi projetado (por exemplo, 20W50).

Cheque se o nível do óleo lubrif**ante não está abaixo do mínimo recomendável a cada 1.000 km, pelo menos. Para isso, espere de 1 a 5 minutos após o uso e coloque a moto em piso plano. A maioria dos modelos precisa estar na vertical e não inclinada sobre o descanso lateral, o que resulta em diferença na leitura (consulte o manual da sua moto). Retire a tampa de abastecimento, limpe a vareta e insira novamente sem rosquear para verif**ar o nível do óleo, que deve estar entre as marcas “mínimo” e “máximo”. Se estiver abaixo do nível mínimo, complete com o mesmo lubrif**ante até atingir o nível correto.

No frasco de óleo você também encontra as classif**ações API de performance do óleo, por letras como SJ, SL e SM. Sendo de uma mesma viscosidade, um óleo API SL atende à uma classif**ação mais exigente que um API SJ, por exemplo (e assim por diante, em ordem alfabética). Você pode optar por um óleo de classif**ação API superior sempre que desejar, desde que respeite a indicação de viscosidade determinada pela fabricante da moto.



Pneu

A parada no posto é uma boa oportunidade para checar a calibragem dos pneus. O procedimento correto é feito com os pneus frios, por isso prefira parar no posto mais próximo – quando o pneu se aquece em contato com o piso, a pressão do ar interno aumenta e a bomba identif**a uma pressão maior. Use a pressão indicada pela fabricante da moto no manual do proprietário ou adesivo que costuma ser fixado no braço oscilante da suspensão traseira.

Mesmo que os pneus ainda não estejam gastos, precisam ser trocados se completarem cinco anos. O problema é que a borracha enrijece e resseca com o passar dos anos, e isso diminui a capacidade de aderir ao asfalto, o que pode causar derrapagens. A data de fabricação f**a estampada na lateral do pneu, perto da inscrição “DOT” (de Department of Transportation). É uma sequência de quatro números, na qual os dois primeiros revelam a semana em que foi produzido e os dois últimos, o ano de fabricação. Por exemplo: “0313” signif**a que foi produzido na terceira semana de 2013.

Quando os sulcos do pneu atingem a profundidade mínima, é hora de trocá-lo. Os sulcos servem para escoar a água em piso molhado e evitar a perda de aderência. Para evitar que o pneu se torne inseguro, ou que os sulcos desapareçam para que depois você perceba que já deveria tê-lo trocado, todo pneu traz na lateral inscrição TWI (do inglês Tread Wear Indicator, ou indicador de desgaste da banda de rodagem). Olhando o sulco próximo das letras TWI você encontrará pequenos ressaltos. Basta trocar o pneu quando a altura da banda de rodagem se igualar a esses ressaltos.



Vela de ignição

A vela de ignição é importante porque produz a faísca na mistura ar-combustível dentro do motor, o que faz sua moto andar. Quando gasta, faz o consumo de combustível subir, assim como a emissão de poluentes. Troque-as de acordo com a indicação do manual e verifique seu estado a cada 3.000 km. A folga entre os eletrodos deve ter em média 0,8 milímetro e precisa ser ajustada quando se compra uma vela nova.

Veja o que fazer com o carro em enchentesDicas servem para o motorista fugir de alagamentos com segurança e sem prejuízo...
30/10/2014

Veja o que fazer com o carro em enchentes

Dicas servem para o motorista fugir de alagamentos com segurança e sem prejuízo

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Reprodução/Estadão
Enchentes perturbam o brasileiro
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Em épocas de chuvas de verão é importante se atentar ao horário e ao percurso que irá fazer, afinal, isso ajuda o motorista a evitar alagamentos. A melhor dica é sempre não sair com o carro, mas, quando isso não é possível, quem está ao volante deve seguir algumas dicas preciosas para evitar problemas. Quem dá os conselhos é Centro de Experimentação e Segurança Viária, CESVI.

1. Se o motor do carro morrer durante a travessia jamais tente dar a partida! Mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico.

2. Observe a altura do nível de água do trecho alagado. A maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias e essa distância não pode exceder o centro da roda.

3. Dirija o veículo em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante ao motor, em torno de 2.500 RPM. Isso diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, dificultando sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo.

4. Veículos equipados com transmissão automática devem ser colocados na posição 1, de trocas manuais. Assim, o automóvel não desenvolverá tanta velocidade, sendo possível imprimir uma rotação maior ao motor. Outra possibilidade é alternar, manualmente, a troca de marchas entre “N” e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado, sem descuidar da rotação do motor, sempre em torno de 2.500 RPM.

5. Se o veículo for automático e tiver as opções “WINTER” ou “SNOW” para ajuste de tração, utilize esses recursos. Embora a função desses dispositivos seja a de conferir maior segurança durante trechos de baixa aderência, como neve ou lama, evitando que o veículo patine graças ao bloqueio do diferencial, esses recursos também devem ser utilizados durante alagamentos, pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor.

6. Mantenha a calma caso sejam constatados sintomas como: aumento de esforço ao esterçar (direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e ABS (se disponível) acesas, aumento do esforço ao acionar os freios e interrupção do funcionamento da tração 4 x 4 (veículos diesel). Todos esses sintomas, provavelmente, são causados pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (veículo diesel), sendo, na maioria das vezes, um fato passageiro que não impede a dirigibilidade. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados.

7. Desligue o ar condicionado! Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor, reduzindo o risco de calço hidráulico. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes, apresentam maiores riscos de sofrer calço hidráulico; por isso, é aconselhável manter a originalidade da montadora. Se o veículo estiver nessas condições, redobre a atenção aos procedimentos sugeridos.

8. Faça um check-up preventivo caso tenha feito a travessia de um grande alagamento. Assim você corrige possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica que, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, podem gerar grandes transtornos posteriormente.

9. Após passar por um alagamento, dirija-se diretamente para uma oficina! Pode haver, entre outros, a contaminação do cânister, do óleo da transmissão, do(s) eixo(s) diferencial(is), no caso de veículos com tração traseira ou mesmo quatro por quatro, o que determina a redução da vida útil dos componentes integrantes desses conjuntos, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, suspensão e freios. Por isso, ir até uma oficina solicitar a avaliação desses itens é a melhor alternativa.

10. Faça uma limpeza no sistema de ventilação! Após travessias consecutivas de alagamentos, você estará sujeito à contaminação por fungos, micro-organismos e bactérias. Por essa razão é recomendável realizar uma limpeza de todo o sistema para uma utilização segura.

Com que pintura eu vou?Spray traz tinta emborrachada para tornar a customização de rodas um processo mais prático e rapi...
30/10/2014

Com que pintura eu vou?

Spray traz tinta emborrachada para tornar a customização de rodas um processo mais prático e rapido.
Rodas do Audi S4 recebem tinta dourada e azul - Márcio Fernandes/Estadão
Márcio Fernandes/Estadão
Rodas do Audi S4 recebem tinta dourada e azul
Apesar de custar cinco vezes mais que um spray comum, a tinta de emborrachamento líquido permite ao usuário trocar a cor da roda conforme a sua vontade. Disponível em nove cores – azul (abaixo), branco, cobre, dourado, grafite, laranja, preto, rosa e verde –, o produto Dip Shine chega com preço sugerido de R$ 120. Cada lata contém 500 ml (320 g).

O conteúdo é suficiente para pintar duas rodas de 17 polegadas. Assim, são R$ 240 para dar uma “repaginada” no visual do veículo.

A grande vantagem do produto recém-lançado está no fato de ele criar uma película.

De secagem rápida, ele permite que se retire essa camada com facilidade no momento mais oportuno. Porém, a tinta emborrachada não convive com solventes nem com aqueles jatos d’água de alta pressão presentes nos lava-rápidos.

O lado ruim da história f**a por conta do cuidado extra que o usuário deve ter com sua roupa, após a aplicação.

O prazo de validade para o usuário que cuidou bem da personalização é de até seis meses. A dica para conquistar uma vida longa está na hora da limpeza da roda, antes da aplicação do spray.

O processo deve incluir lavagem com sabão e secagem das rodas. Após a primeira etapa da lavagem, proteja os discos e as pinças de freio da tinta.

USO. Assim como no aerosol convencional, é necessário movimentar o frasco verticalmente antes de usar a tinta. Para a película f**ar firme, é indicado pela empresa que sejam efetuadas duas aplicações em cada roda.

Para a pintura não grudar no pneus, passe “pretinho” antes de aplicar a tintura. Veja abaixo a sequência de etapas

LIMPEZA - Antes de iniciar, lave as rodas com água e sabão. A secagem também é importante.

CUIDADOS - Agite o frasco antes da aplicação e proteja os discos e as pinças de freio

CAMADA - Quanto maior o tempo da secagem, mais fácil f**a a retirada da tinta.

PRETINHO - Para o spray não colar no pneu, passe silicone – o acabamento f**a melhor.

PRECAUÇÃO - Para manter a tinta emborrachada, não use solventes ou jatos d’água de alta pressão.

30/06/2014

Capas impermeáveis mantém o piloto seco, aumenta a segurança e garante a mobilidade na condução

30/06/2014

Placas verdes com letras em branco, por exemplo, são utilizadas geralmente por montadoras e oficinas para veículos em fase de te**es

Endereço

Rua:Jovelino De Almeida Bezerra Nº30 Centro
Nova Iguassú, RJ
37516-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 19:00
Terça-feira 08:00 - 19:00
Quarta-feira 08:00 - 19:00
Quinta-feira 08:00 - 19:00
Sexta-feira 08:00 - 19:00

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