12/01/2026
No financiamento tradicional de veículos, a maior armadilha está na composição da parcela.
Além do valor principal do bem, o consumidor paga juros compostos, IOF, tarifas bancárias e custos embutidos que elevam significativamente o preço final do carro.
Em muitos casos, o valor pago ao final do contrato ultrapassa em dezenas de milhares de reais o preço à vista do veículo.
O consórcio funciona sob uma lógica totalmente diferente.
Trata-se de um sistema de autofinanciamento coletivo, onde não existe cobrança de juros, pois não há intermediação bancária de crédito.
O custo é previamente definido em contrato, composto basicamente pela taxa de administração e pelo fundo de reserva, trazendo previsibilidade e controle financeiro.
Para quem entende números, fugir dos juros não é opinião, é decisão técnica.
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