02/07/2017
Vai aí algumas dicas que você precisa conferir antes de escolher aonde deixar seu carro para consertar:
Laboratório próprio
“Outra boa forma de ver a qualidade da oficina é checar se ela tem laboratório que desenvolve as tintas. E é a tinta no padrão do fabricante, com o código correto, a quantidade de pigmentos exata. Existem até treinamentos nas fábricas de tintas para isso, algo que acabou com aquela história de ‘o pintor não acertou a cor do carro’. Quem tem laboratório próprio não tem esse problema”, diz Rivarolla.
Cabine de Pintura
“A oficina deve ter uma cabine com sistema de filtragem eficiente, com pressão positiva (o ar sai da cabine, quando se abre a porta) e plano aspirante (piso que suga o ar), para preparação de peças e veículos, que concentra os resíduos do lixamento a seco. Para manter uma boa qualidade e menor tempo de reparo, também é fundamental ter estufa”, diz Edson Lemes, coordenador de atividades pedagógicas do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) do Ipiranga, em São Paulo. “Os produtos de alta tecnologia só podem ser aplicados com estufa, senão perdem qualidade, e a cura (secagem) leva muito tempo.
Por fim, a maior prova de que a oficina é boa é a garantia do serviço. O prazo mínimo é algo com que boa parte dos entrevistados para essa reportagem concordam. “Embora o Código de Defesa do Consumidor mencione em seu texto 90 dias para garantia, ela não deve ser inferior a um ano nos serviços de carroceria”, diz Nogueira. Fora que, além de a oficina garantir o serviço, a indicação da seguradora também a torna responsável. “O cliente que vai a uma oficina recomendada acaba tendo dupla garantia: da oficina e da seguradora”, afirma Rivarolla.