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Auto Mecânica Jaime AUTO MECÂNICA JAIME RUA MÁRIO LIMA, 211 JARDIM ANHANGUERA LIMEIRA - SP (19)34526243 VENHA CONFERIR e faça um orçamento!

Ao longo de 17 anos, a AUTO MECÂNCA JAIME trabalha a fim de atender as necessidades do universo automobilístico, bem como o bem-estar e segurança dos condutores, afinal sua segurança no trânsito depende do estado de seu veículo! Trabalhamos com todas as marcas de veículos automotores e somos especializados em injeção eletrônica.

31/07/2024

ATENÇÃO: Estão utilizando o nome da nossa oficina para aplicar um golpe de venda de veículos. Reiteramos: NÃO NEGOCIAMOS A VENDA DE VEÍCULOS DE QUALQUER ESPÉCIE E NEM PEÇAS AUTOMOTIVAS.

28/01/2015

O mês de julho está chegando e, com ele, as tão aguardadas férias de inverno. É hora de planejar roteiros e despesas para curtir um momento de lazer sem preocupações. Mas para evitar riscos ou inconvenientes durante o trajeto da viagem, é importante que seu automóvel esteja em ordem.

09/01/2014

Boa Tarde!!!
Confira dicas para evitar surpresas com a manutenção do câmbio automático.
A cada ano, mais pessoas deixam os preconceitos de lado e apostam no conforto de um veículo com câmbio automático. Porém, um tema ainda assusta muitos donos e afasta a maioria dos interessados: a conta da oficina. Será possível evitar que o sonho de não trocar marchas em engarrafamentos torne-se um pesadelo? Para Carlos Napoletano, instrutor técnico da Brasil Automático - especialista em treinamentos para mecânicos sobre o assunto - basta que o proprietário siga algumas recomendações para evitar um prejuízo grande na oficina.
Confira as dicas

1. Entenda: os gastos serão diferenciados
Quem compra um veículo automático precisa considerar que os seus custos de manutenção são diferenciados. Um carro com câmbio manual geralmente terá reparos mais simples e baratos, mas com uma maior frequência, principalmente no sistema de embreagem.

O automático dispensa a embreagem e costuma ampliar a vida útil de componentes do motor, transmissão, suspensões e freios, ao realizar as trocas de marchas no momento certo e controlar a agressividade do motorista. Após alguns anos de uso, a soma das despesas de oficina de modelos convencionais e automáticos costuma f**ar muito próxima.

2. Fique longe dos "modelos-micos"
Um primeiro cuidado para evitar surpresas na oficina, ainda mais no Brasil, onde as transmissões automáticas começaram a avançar apenas nos últimos anos, é preferir os modelos mais vendidos e que contam com peças a preços competitivos, sejam nacionais ou importados.

Veículos com poucas unidades vendidas e carros antigos costumam ter problemas na manutenção (principalmente com a falta de componentes ou ferramental) e a conta pode assustar.

3. Aposte em prevenção
A durabilidade da transmissão automática está diretamente ligada ao cuidado que o motorista dispensa ao veículo. Após a compra, o ideal é consultar as tabelas de manutenção no manual do proprietário, com atenção aos prazos de troca do fluido hidráulico e filtro. Quanto mais perfeita estiver a lubrif**ação, menor será o desgaste.

Pela mesma razão, outra recomendação fundamental é corrigir qualquer vazamento o mais rápido possível. Mas, mesmo para sanar um pequeno problema, o mecânico precisa ser um especialista, ou poderá danif**ar o câmbio nas operações de desmontagem e montagem.

5. Fique atento na escolha da oficina
Como a transmissão automática é complexa e depende de vários outros sistemas para funcionar corretamente, inclusive eletrônicos, a escolha de uma oficina capacitada deve ser feita com cuidado.

Primeiro busque indicações. Encontrar pessoas que possuem veículos parecidos, fizeram reparos no câmbio e aprovaram o serviço é um bom começo. Ao visitar os locais, é importante avaliar a organização, limpeza e presença de ferramentais e manuais de serviço. Os bons profissionais também se orgulham em exibir as suas certif**ações e diplomas.

Ainda não há uma certif**ação de qualidade específ**a para oficinas que trabalham com automáticos, mas vale a pena cuidar se os técnicos apresentam diplomas de cursos na área. (E não é vergonha perguntar por eles!)

6. Fique atento a pequenas alterações
Quando um câmbio automático apresenta uma quebra grave e cara, na maioria das vezes, o problema começou com uma pequena falha que foi ignorada. Então, um cuidado fundamental para se reduzir a conta da oficina é levar o veículo para uma revisão ao menor sinal de problema.

Uma quebra grave como o veículo simplesmente não conseguir andar já deu sinais de sua chegada muito antes: segundo Napoletano, entre os sintomas estariam vazamentos de fluidos (que teriam secado as engrenagens resultando em defeito). Para evitar que se chegue a esse ponto, qualquer poça de líquido avermelhado no chão da garagem deve servir de alerta.

Como alguns defeitos aparecem de vez em quando, a ajuda do dono é fundamental para que o especialista consiga fazer o diagnóstico correto. Nesses casos, o melhor é contar em detalhes o que está acontecendo e fazer o teste junto com o mecânico. Também nunca se deve esconder ou minimizar uma anormalidade. O prejuízo pode ser grande.

7. Busque a média dos orçamentos
Diante de um problema na transmissão automática do veículo, o ideal é obter vários orçamentos para o reparo. A análise dos diagnósticos deve ser feita com calma e levando em consideração a impressão que ficou de cada oficina. Valores altos ou baixos demais devem ser evitados.

Para ganhar o serviço, muitos reparadores ainda preferem oferecer a “solução milagrosa”, trocando o mínimo necessário para anular a falha de imediato. São as piores propostas. Consertos superficiais geralmente sobrecarregam e quebram outras peças. O problema se torna crônico e cada vez mais caro. Muitos desistem e acabam vendendo o carro.

8. Exija garantia
Após fazer um reparo na transmissão automática, o proprietário deve exigir as notas fiscais das peças e serviços, além de um documento de garantia da oficina. Pode parecer exagero, mas a maioria dos bons profissionais oferece automaticamente essa tranquilidade aos clientes.

Os problemas mais comuns em carros automáticos
Assim como no caso do câmbio manual, os problemas são sempre gerados pelo mau uso, segundo Napoletano. A patinação de discos internos, por exemplo, é causada pelo vício do motorista em sair de subidas com a alavanca na posição D, em vez de 1. Isso força a transmissão e causa um desgaste prematuro de componentes internos.

Outros problemas podem ser gerados pelo esquecimento de fazer a troca de fluidos recomendada pelo manual do proprietário do veículo (geralmente a cada 40 mil quilômetros).

08/01/2014

Trânsito intenso desgasta suspensão e pode comprometer volta das férias
Problemas causados pelo trânsito intenso podem aparecer no retorno de férias. O desgaste de diversos componentes da suspensão é, em grande parte, acelerado pelo congestionamento nos grandes centros urbanos. Embora o carro ande em baixa velocidade, o movimento gerado pelas constantes frenagens podem prejudicar itens de segurança, como os amortecedores. O alerta é da Monroe, líder mundial no desenvolvimento e fabricação de amortecedores.

O coordenador de Treinamento Técnico da Monroe, Juliano Caretta, explica que se as peças da suspensão apresentarem sinais de degaste, o tráfego intenso pode potencializar o problema. “A ação de frenagem provoca a transferência de peso, sobrecarregando freios, pneus, molas, amortecedores, e outros componentes da suspensão”.

O amortecedor é um dos principais itens de segurança veicular. Desgastado ou em más condições, oferece riscos de acidentes. A peça controla a movimentação das molas da suspensão e mantém os pneus em contato permanente com o solo, proporcionando estabilidade, segurança, conforto e boa dirigibilidade.

“Se os amortecedores não estiverem em bom estado, o tráfego intenso aumentará consideravelmente o desgaste prematuro de vários componentes do veículo e, consequentemente, elevará o risco de acidentes”, esclarece Juliano.

Revisão

A recomendação da Monroe é realizar a revisão dos amortecedores e das demais peças do sistema no máximo a cada 10.000 quilômetros, quando perceber qualquer problema na suspensão ou, ainda, conforme especif**ações do fabricante. Se for constatado defeito, a substituição deverá ser providenciada imediatamente.

“É importante salientar que o período de troca pode variar de acordo com as condições de uso do automóvel. Veículos que trafegam em estradas bem pavimentadas tendem a apresentar menor desgaste do que os que circulam por pistas irregulares. Ou seja, a vida útil dos componentes está diretamente ligada às condições de uso do carro”, enfatiza o coordenador.

Vale ressaltar que amortecedores recondicionados ou remanufaturados também oferecem riscos de acidentes, pois são peças reaproveitadas e com tempo excessivo de uso. Em casos de dúvidas para revisão ou substituição, o serviço de relacionamento com o cliente Monroe Resolve – 0800 166 004 – indica as revendas credenciadas, assegurando a qualidade do atendimento e a procedência dos produtos.

08/01/2014

Velas
Abasteça em postos de combustível de confiança. Combustíveis adulterados ou de procedência duvidosa encurtam a vida útil destes componentes e podem provocar, entre outros problemas, superaquecimento das peças e carbonização dos eletrodos.
Troque as velas de ignição periodicamente, conforme a recomendação do fabricante. Na troca das velas, o mecânico deve consultar o manual do veículo ou a tabela de aplicação disponível em autopeças e oficinas mecânicas, para verif**ar qual é a vela correta para o motor daquele veículo.

Cabos
Ao levar o carro no mecânico para a verif**ação do estado das velas, a Bosch recomenda que sejam observadas também as condições dos cabos de ignição, que são os responsáveis por conduzir a corrente elétrica de alta tensão produzida na bobina de ignição às velas do motor.

08/01/2014

As 10 principais dicas de manutenção de carros
1: Dirija com cuidado

Dirigir com cuidado não é apenas dirigir com segurança; é também sobre como cuidar bem do seu carro. Por exemplo, você não deve sair cantando pneus e dirigir em altas velocidades. Isto causa deterioração do seu motor, do sistema de direção e dos pneus, especialmente quando estiver fazendo muito frio ou muito calor e vai provocar consertos mais frequentes. Ao contrário, acelere mais devagar, observe os limites de velocidade e evite os buracos para manter o seu carro em boa forma.


2: Não se esqueça do filtro de ar

Lembre-se de trocar o filtro de ar a cada 10 ou 15.000 milhas (aproximadamente 16.600 a 24.000 km) para evitar que sujeira e todos os tipos de poluentes entrem no seu motor. Além disso, um filtro de ar sujo irá diminuir a economia de combustível do seu carro.


3: Troque o óleo periodicamente

O óleo do motor é importante: ele age como lubrif**ante e ajuda a resfriar o cabeçote do seu motor. O óleo, inevitavelmente, f**a sujo e perde a viscosidade, razão pela qual ele precisa ser trocado periodicamente. Se você comprou o seu carro nos últimos sete anos, então você não precisa seguir a recomendação de troca-lo a cada 3.000 milhas (aproximadamente 5.000 km). Olhe então no manual do proprietário para seguir as instruções.


4: Verifique regularmente a pressão dos pneus

Não confie na pressão dos pneus. Verifique-a regularmente. Se você mantiver a pressão adequada dos pneus, eles durarão mais e você evitará que eles se gastem de maneira desigual. A pressão adequada dos pneus irá também aumentar a economia de combustível do seu carro.


5: Mantenha o nível do fluído de transmissão

Consertar uma transmissão quebrada custa os olhos da cara. Para cuidar bem da sua caixa de câmbio, verifique regularmente o nível do fluído de transmissão, com o motor em ponto morto. Lembre-se também de trocar este fluído e o seu filtro a cada 30.000 milhas (aproximadamente 50.000 km), ou o que recomendar o seu manual do proprietário.


6: Faça uma regulagem do motor de tempos em tempos

O termo regulagem é algo antiquado e se aplica aos carros mais antigos, que requerem ajustes da faísca de ignição e da mistura de combustível, além de trocar as velas, os filtros de combustível e de óleo e os fios do motor de arranque e o cabo das velas. Nos carros mais modernos, a regulagem geralmente envolve novos filtros de ar e de combustível e trocar as velas e os cabos, além de limpar o conjunto do acelerador e os bicos dos injetores de combustível; completar também o nível do fluído de transmissão. Verifique o seu manual do proprietário para ver com que frequência.


7: Verifique a correia dentada

A correia dentada sincroniza o eixo de comando de válvulas e o virabrequim. Ela normalmente precisa ser trocada a cada 60.000 a 105.000 milhas (aproximadamente 95.000 a 170.000 km), mas você não precisa esperar que o seu carro atinja essa quilometragem. Inspecione a correia dentada com frequência, para ver se ela ainda está em boas condições. Não espere que ela se desgaste. Quando ela quebrar, o motor para.


8: Alinhe as suas rodas

Você deve examinar o alinhamento das suas rodas a cada 30.000 milhas (aproximadamente 50.000 km), sempre que você substituir partes do conjunto de direção ou após comprar novos pneus. Se você não fizer isto, a sua direção será bastante afetada. A direção f**ará mais pesada e irá puxar para um lado. Os seus pneus irão se desgastar de maneira desigual.


9: Faça manutenção da sua bateria

A bateria do seu carro pode não necessitar de tanta atenção como antigamente, mas, você ainda precisa cuidar dela. Mantenha-a limpa, especialmente os terminais, para ter certeza de que há bom contato com os cabos. Aplique uma fina camada de gordura (vaselina, por exemplo) nos terminais (polos) para protegê-los de ferrugem. Inspecione a bateria para ver se ela não tem dilatações ou rachaduras. Talvez, se tiver, ela precise ser substituída.


10: Verifique a pintura

A pintura protege contra a ferrugem. Para proteger o exterior do seu carro, guarde-o protegido do sol, preferentemente numa garagem. Procure sempre estacionar na sombra. A proteção da poeira e da ferrugem não é suficiente; procure evitar humidade e solavancos.

08/01/2014

Economize Fazendo a Manutenção Preventiva.

Ao optar pela preventiva, seu mecânico pode determinar junto com você as prioridades de manutenção, ou seja, com determinada quilometragem o que realmente precisa ser substituído de imediato e o que pode esperar mais alguns milhares de quilômetros ou alguns meses. Dessa forma, os custos com a manutenção preventiva se tornam extremamente baratos a médio e longo prazo, quando comparados aos custos de uma quebra inesperada e os transtornos que a acompanham.

SEGUEM ALGUMAS DICAS :

1.CUIDADOS COM O ÓLEO

Verifique o nível do óleo semanalmente.

Veja como:
Com o motor frio, preferencialmente pela manhã antes da primeira partida e estando o veículo em piso nivelado retire a vareta do óleo, limpe-a com um pano ou papel insira e retire-a novamente.

O nível de óleo deve estar entre as marcas "Min" e "Max" gravadas na vareta.

Se necessário complete com o óleo recomendado pelo de mesma marca e ou recomendado pelo fabricante.

A maioria dos fabricantes considera normal um consumo de até 1 litro de óleo para cada 1000 quilômetros rodados.

2.LIQUIDO DE ARREFECIMENTO

Verifique o nível da água.

Com o motor frio e veículo nivelado, a água deve estar entre as marcas "Min" e "Máx" do reservatório.

Se houver necessidade de completar a água com muita frequência, Leve o veículo para um diagnóstico.

Não confie 100% dessas tarefas rotineiras ao frentista do posto de gasolina, muitos motores apresentam problemas sérios ocasionados pelo excesso de óleo e/ou proporções incorretas de aditivos de radiador, adicionados sem critérios nos postos de combustível.

3.CORREIA DENTADA

Utilizada em muitos motores, a correia sincronizadora (ou dentada) f**a protegida por uma capa, não sendo possível examiná-la fora da oficina.

A sua função é manter o sincronismo entre a árvore de manivelas e o eixo comando de válvulas.

Se quebrar causará sérios danos nas válvulas e até nos pistões.

Sua troca ocorre em média a cada 50.000 quilômetros, dependendo do modelo do carro.

Informe-se no manual do proprietário ou na concessionária da marca do veículo sobre o intervalo de troca e siga-o rigorosamente.

4.FILTROS

Tanque, bomba de combustível, mangueiras, filtros, carburador ou injeção eletrônica. São os componentes que fazem parte deste sistema.

Para manter o sistema de alimentação em ordem a troca dos filtros é fundamental.

Filtro de Ar
Deve ser verif**ado periodicamente. Se estiver muito sujo deve ser substituído. Um filtro de ar sujo prejudica o desempenho do veículo, e aumenta o consumo de combustível.

Filtro de combustível
Troque nos intervalos recomendados pelo fabricante, em média nos veículos a gasolina a cada 20.000 quilômetros e nos a álcool entre 7.000 a 10.000 quilômetros, dessa maneira estará preservando o sistema de alimentação contra as impurezas do combustível.

Ao contrário dos veículos com carburador onde o filtro f**a bem visível no cofre do motor, nos veículos com injeção eletrônica ele f**a geralmente na parte inferior do veículo próximo ao tanque e muitas vezes sua reposição acaba sendo esquecida. Filtro entupido costuma deixar o motorista a pé!

5.VELAS DE IGNIÇÃO

Devem ser trocadas conforme a recomendação do fabricante. Em geral a cada 20.000/30.000 quilômetros.

Carros turbinados de fábrica, com aumento de pressão de turbo (com chip instalado), verif**ar a cada 10.000 quilômetros.

Velas gastas causam falhas no funcionamento do motor, aumento no consumo e na emissão de poluentes.

6.BATERIA

As disponíveis do mercado hoje são do tipo “seladas” , ou seja , não é preciso adicionar água , o que não signif**a que estejam totalmente livres de manutenção.

Alguns cuidados evitam que você fique na mão na hora de dar a partida:

- Verifique periodicamente se os cabos estão limpos e bem fixados aos pólos da bateria.

- Mande testar anualmente as condições de funcionamento do sistema de carga e partida; bateria; alternador e motor de partida.

7.PNEUS E RODAS

Pneus e rodas são equipamentos básicos de segurança.

O estado de conservação e a calibragem correta garante a aderência na pista e a eficiência nas frenagens.

Use sempre pneus com as medidas indicadas no manual do veículo. Tamanhos incorretos alteram o comportamento da direção e tornam o veículo inseguro.

Calibre os pneus pelo menos a cada 15 dias ou antes de pegar a estrada. Procure fazê-lo sempre com os pneus frios, preferencialmente pela manhã.

Calibragem incorreta provoca desgastes irregulares na banda de rodagem do pneu, diminuindo sua vida útil. Se a pressão for insuficiente o pneu gasta principalmente nas bordas; se for excessiva, o desgaste será maior no centro.

Não esqueça de calibrar o estepe, que junto com o macaco, chave de roda, triângulo e extintor fazem parte dos equipamentos obrigatórios por lei.

Os pneus modernos trazem indicadores de desgaste, normalmente um triângulo ou as letras TWI impressos na lateral. Quando o desgaste atingir a marca TWI está na hora de trocá-los.

O limite legal de profundidade dos sulcos dos pneus é 1.6mm. Abaixo disso são considerados "carecas", podendo o veículo ser apreendido pelas autoridades de trânsito.

Faça o rodízio, o alinhamento e balanceamento a cada 10.000 km, isso aumenta a vida dos pneus e mantém o conjunto da suspensão e direção equilibrados, melhorando a segurança e dirigibilidade do veículo.

8.FREIOS

Não brinque com a segurança, verifique regularmente:

- O nível do fluído de freio.
- A espessura das pastilhas a cada 10.000 km.
- A lonas de freio e ajuste do freio de estacionamento a cada 30.000 km.

Troque o fluído a cada 2 anos, ou conforme a recomendação do fabricante. A troca é necessária porque o fluído absorve umidade. A presença de umidade diminui o ponto de ebulição do fluído, provocando ineficiência na frenagem.

Não se esqueça de poupar os freios; ao descer uma ladeira nunca o faça em ponto morto.

Ao trocar as pastilhas o mecânico deve medir a espessura do disco de freio. Se estiver dentro da tolerância poderá ser retif**ado para tirar qualquer imperfeição e garantir a durabilidade das novas pastilhas. Se estiver fora da medida, deverá ser substituído.

Quando trocar as pastilhas evitar frear bruscamente nos primeiros 300 quilômetros para garantir o perfeito assentamento das pastilhas e discos de freio.

9.AR CONDICIONADO

Outro equipamento que está se tornando indispensável nos dias de hoje é o ar condicionado.

Para mantê-lo funcionando corretamente, o sistema deve ser ligado pelo menos 15 minutos por semana, mesmo nos dias mais frios. Isso é necessário para evitar o ressecamento das mangueiras e vedadores do compressor.

Muitos são equipados com um filtro que impede a entrada de impurezas externas e requer a troca anualmente.

10.SUSPENSÃO

Ruídos e falta de estabilidade nas curvas são os primeiros sinais de problemas!
Faça uma revisão a cada 30.000 km e mande examinar:

- Amortecedores, molas e batentes quanto a ação e vazamentos;
- Folgas nas bandejas, buchas e pivôs;
- Folgas nos terminais e barras de direção.

11.CÂMBIO E EMBREAGEM

Verifique o nível do óleo do câmbio a cada 30.000 km. Alguns modelos não necessitam troca (Consulte o manual do seu veículo). Se perceber vazamentos, providencie o conserto o quanto antes.

Evite trancos durante as trocas de marchas, você pode estragar os anéis sincronizados e quebrar alguma engrenagem, e reparo no câmbio custa caro.

Não use o pedal da embreagem como apoio para o pé, se fizer isso a vida útil da embreagem estará comprometida.

Nas ladeiras use o freio de mão, nunca segure o carro usando os pedais da embreagem e do acelerador, se o fizer, estará queimando a embreagem e diminuindo a vida útil do conjunto, além de gastar combustível desnecessariamente.

Pedal de embreagem muito duro e dificuldade de engatar as marchas é sinal de desgaste no conjunto. A vida útil varia conforme o modo de conduzir o veículo.

12.CÂMBIO AUTOMÁTICO

O câmbio automático caiu no gosto dos motoristas brasileiros. Sua manutenção requer a troca de óleo e filtro nos intervalos recomendados pelo fabricante. Não descuide, procure um serviço especializado na hora da manutenção.

Para aqueles que ainda não têm um carro automático ou não conhecem o signif**ado das letras PRND no console da alavanca, confira:

P – Park ou estacionado
Trava o câmbio e impede a movimentação do veículo

R – Reverse ou marcha à ré

N – Neutral ou ponto morto

D – Drive ou dirigir
Nesta posição todas as marchas mudarão automaticamente conforme a rotação do motor e velocidade do veículo.

Endereço

Rua Mario Lima 211 Jardim Anhanguera
Fazenda Limeira, SP
13487188

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