Mecânico Online

Mecânico Online Olá amigos! Essa Página foi criada para dar um suporte e tirar dúvidas sobre problemas referentes a mecânica automotiva em geral!!!

31/05/2016

Há montadoras que aconselham seu uso e outras que dispensam, tudo depende do tipo e do uso do veículo; No fim é o consumidor que decide o que fazer

23/12/2014

A substituição de um lubrif**ante de base mineral por um de base sintética ainda causa muitas dúvidas entre proprietários e reparadores. Afinal, é possível substituir um pelo outro?

Vantagens do lubrif**ante sintético - Como vimos na edição passada, os lubrif**antes sintéticos apresentam inúmeras vantagens frente aos óleos de base mineral. Algumas dessas vantagens são, sem dúvidas, a sua maior resistência à oxidação, excelente fluidez na partida a frio, baixa volatilização, elevada estabilidade à perda de viscosidade devido ao aumento da temperatura e, em geral, ótimo poder de limpeza. Juntas, todas essas vantagens contribuem para que o motor e/ou sistema de transmissão operem com ótimos níveis de limpeza e reduzida taxa de desgaste, aumentando assim a vida útil e a eficiência do componente. Dessa forma, é totalmente possível e benéf**a a mudança de um lubrif**ante de base mineral para um de base sintética, sendo o procedimento para essa troca bastante simples.
Substituindo um pelo outro - Entretanto, antes de partimos para o procedimento de mudança é preciso que certas condições de manutenção sejam devidamente observadas. Uma dessas condições diz respeito às recomendações previstas no manual do fabricante. É de suma importância que as recomendações quanto à viscosidade (SAE) e classif**ações de desempenho (API, JASO, ACEA etc) sejam consideradas na escolha do lubrif**ante. Outra condição muito importante está ligada ao histórico de manutenção do motor. Tanto o uso do lubrif**ante fora das recomendações como o uso do lubrif**ante além do intervalo de troca recomendado poderão provocar a formação de depósitos que ao longo do tempo se fixarão às paredes das galerias de óleo, cabeçote e cárter, dificultando assim a remoção desses depósitos nas trocas de óleo subsequentes. Lubrif**antes minerais são mais suscetíveis à formação de depósitos devido à oxidação e por essa razão, saber se o motor está com as manutenções em dia é muito importante antes de efetuar a mudança de base, pois isso evitará que depósitos pré-formados ao longo do tempo possam ser subitamente removidos e dificultarem ou mesmo interromperem o fluxo de óleo no pescador da bomba e/ou filtro, contribuindo assim para falha na lubrif**ação do motor. Ao se deparar com essa situação, muitos usuários e reparadores relacionam a falha ao uso do lubrif**ante sintético, pois nenhuma outra causa explicaria a formação de borra normalmente observada após a abertura do motor ou caixa. No entanto, tais formações tratam-se na verdade de depósitos soltos pelo lubrif**ante sintético e não depósitos formados por ele.

Sendo assim, vemos que a falha ocorreu não em virtude do uso de lubrif**ante sintético e sim pela falha de manutenção do motor ao longo do tempo, justamente por não observação das recomendações previstas no manual. Uma vez que o histórico de manutenção do veículo seja conhecido e as manutenções tenham sido devidamente realizadas, não será necessário qualquer procedimento especial para mudança de base, bastando apenas se atentar às classif**ações de viscosidade e desempenho do lubrif**ante escolhido.

Cuidados - Quando não conhecemos o histórico de manutenção ou já temos conhecimento que aquele motor não sofreu as manutenções dentro do período recomendado, devemos tomar alguns cuidados na mudança para um lubrif**ante sintético. Certifique-se de drenar totalmente o sistema e obrigatoriamente faça a troca do filtro (No caso de motocicleta caso exista). Abasteça o motor com o lubrif**ante sintético escolhido e efetue a troca dessa carga antecipadamente. Em geral a redução para metade do intervalo recomendado é o suficiente para que o lubrif**ante efetue uma limpeza mais acentuada. No entanto é interessante que esse intervalo não supere os 1.200 km (ou 3 meses) para evitar que um grande acúmulo de depósitos seja desprendidos na mesma carga de óleo. Após esse procedimento, drene novamente o óleo e substitua o filtro. Reabasteça novamente com o lubrif**ante escolhido e siga o intervalo de drenagem previsto no manual para o regime de uso que se enquadre nas suas condições reais de rodagem.

Intervalo de troca - Não estenda o intervalo de drenagem por utilizar um produto sintético, pois isso também poderá causar a formação de depósitos no motor. É importante entender que embora o lubrif**ante sintético tenha maior potencial de vida útil em comparação com os minerais, seu principal benefício não é a extensão de intervalo de troca e sim a maior proteção e limpeza que oferece ao motor. A extensão de intervalo só é possível e segura com o auxílio de análises de óleo em laboratório ao longo desse intervalo de troca, de forma a avaliar se tal extensão não trará prejuízos ao motor. Obviamente que o acompanhamento técnico via analises laboratoriais não são viáveis economicamente a um usuário comum e por essa razão o intervalo previsto no manual é sem dúvida o mais seguro a ser seguido. Outro ponto importante é que se observada visualmente a presença de depósitos de borra no motor, o procedimento mais adequado será a limpeza manual após a abertura do mesmo. Também não é interessante qualquer mistura (em maiores proporções) de lubrif**antes, pois em geral o resultado da mistura produzirá um terceiro lubrif**ante com desempenho inferior aos dois produtos objeto da mistura, aumentando assim o risco de maior desgaste e degradação antecipada do lubrif**ante. Entretanto não é esperado que ocorra incompatibilidade de bases, apenas a redução de desempenho.

Observados os cuidados descritos acima dificilmente você terá problemas na mudança de base do lubrif**ante e poderá usurfluir dos benefícios proporcionados pelos produtos sintéticos tranquilamente.

24/06/2014

Defeitos e Soluções:

-Corsa - Consumo de combustível alto Veículo: Chevrolet

Corsa sedan 1.6 Sistema: Rochester Multec B22 MPFI Sintoma: O veículo chegou à oficina com a reclamação de consumo elevado de combustível.

Causa: Durante o diagnóstico do sistema de injeção com o Kaptor 2000 um ítem chamou-nos a atenção.
Em modo contínuo todos os dados estavam dentro do especif**ado exceto a pressão do coletor (MAP) que indicava valor um pouco acima da faixa. Apesar do bom funcionamento do motor em marcha lenta procuramos uma possível infiltração de ar que pudesse justif**ar o aumento de pressão no coletor.
No entanto, tudo estava em ordem. Não havia entrada falsa de ar, o motor tinha boa compressão e o sincrônismo da correia era perfeito.

Solução:
Verif**ando o sistema de ignição notamos que os cabos de velas apresentavam resistência infinita e as velas estavam vencidas e em más condições. Substituimos esses componentes e resolvemos o probema. A pressão do coletor voltou ao normal e o consumo de combustível diminuiu.

06/05/2014

Quem é o vilão do consumo de combustível? O carro ou o motorista?
Estudo com base em experiência prática indica que é possível um corte de até 33% no gasto anual!

"O meu carro bebe demais, isso é normal?"
Fazer parte de um seleto grupo da imprensa brasileira que participa dos principais lançamentos automotivos e testa "in loco" os novos modelos, permite que colegas, amigos, internautas e até mesmo motoristas que encontramos pelo caminho, possam buscar mais das informações que agrupamos em nosso dia-a-dia, e claro, o consumo de combustível sempre aparece numa conversa assim.

Mas será que realmente é o motor do seu carro que bebe demais, ou a peça que f**a entre o volante e o banco está fazendo por onde para um consumo mais elevado? É isso que nos revela uma pesquisa realizada pela Ford para conhecer comportamentos ao volante visando à economia de combustível. O resultado mostra que os motoristas podem economizar muito dinheiro adotando dicas básicas para reduzir o gasto com combustível.

O estudo com base em experiência prática indica que é possível um corte de até 33% no gasto anual e pode ter um peso signif**ativo dependendo da quilometragem rodada.

Segundo a pesquisa, 1) remover o bagageiro do teto pode proporcionar até 20% de economia; 2) pesquisar antecipadamente os postos que ofereçam menor preço pode trazer uma economia de 7%; 3) checar e calibrar os pneus antes da viagem, mais 4%; 4) e remover excesso de peso esquecido no carro, até 2%.

A pesquisa foi realizada com motoristas da França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido para identif**ar oportunidades de mudança no comportamento de direção. Ela foi feita com 5.700 pessoas e mostrou que 76% não calibram os pneus regularmente, 38% nunca removem o bagageiro de teto, 18% não pesquisam os preços de combustível e 17% sempre carregam itens extras no carro.

O estudo revelou também outras oportunidades de diminuição do consumo de combustível - 71% dos motoristas admitem exceder os limites de velocidade, 42% não escolhem as rotas mais econômicas, 39% dirigem agressivamente e 14% usam o ar-condicionado ligado durante todo o tempo.

Hábitos de direção - A pesquisa mostrou que os motoristas italianos são os mais propensos a deixar itens desnecessários no carro (23%) e também a manter o bagageiro no teto (43%). Cerca da metade afirmou que nunca escolhe a rota mais econômica (49%).

Os motoristas alemães são os que mais correm (89%) e dirigem agressivamente (57%). Os motoristas franceses são os que menos checam a pressão dos pneus mensalmente (18%). Os motoristas espanhóis são os que mais deixam o ar-condicionado ligado (19%) e cerca de um quarto dos ingleses não pesquisa os preços do combustível.

O levantamento mostrou ainda que, depois de abastecer, até 45% compram outros itens por impulso. Os alemães são os que mais fazem gastos extras (63%), enquanto os italianos gostam de tomar café (28%) e as mulheres britânicas compram chocolate (19%).

10/04/2014

Mês foi marcado pela virada histórica em que Fiat Palio e Strada tiraram a liderança do VW Gol. O primeiro lugar era do popular alemão há dois anos

09/04/2014

Se cuida, up!

Novo Ford Ka será equipado com motor 1.0 de três cilindros.
Leia: http://glo.bo/1kqNAhD

07/04/2014

Dicas:

09- Aterramento, Cabos Positivos e suas conexões: avalie estes itens a procura de oxidações, mau contatos, cabos rompidos ou com dimensões inferiores ao original. Esse tipo de problema pode provocar dificuldade no acionamento do motor de arranque, baixo desempenho, desligamento repentino do motor e falhas generalizadas na iluminação do veiculo.

10- Chicote elétrico: Faça uma analise visual em todo o chicote elétrico a procura de partes do mesmo que estejam em atrito com o motor ou a carroceria do automóvel, este tipo de contato pode levar a curto circuito entre fios do chicote com o aterramento do motor, causando vários tipos de defeitos. De uma atenção especial ao chicote que esta conectado a U.C.E. pois problemas nesta área pode levar a queima da central.

11- Filtros de ar: Quando o filtro de ar esta em mas condições ele pode dificultar ou até mesmo impedir a passagem do ar, causando mal funcionamento no motor e falhas que não são indicadas por rastreadores. Isto acaba nos enganando e deixando o diagnostico mais demorado.

07/04/2014

Dicas Importantes!!

06- Baixa Compressão do Motor: A Baixa compressão de um ou mais cilindros pode ser provocada por pouca folga entre came e tuchos, camisa com desgaste excessivo (ovalizada), carbonização excessiva. Lembre-se que sempre que for realizar um teste de compressão do motor, não pode existir centelha e nem a injeção de combustível, por isso desconecte a central, bobina, reles de potencia, fusíveis ou que for mais fácil.

07- Vazamento de cilindros: Este tipo de problema pode ocasionar falhas, baixo desempenho, estouros, etc. e geralmente é causado por mal assentamento de válvulas, junta de cabeçote danif**ada, deficiência dos anéis de seguimento e outros.

08- Nível de Carga da Bateria: sempre que for iniciar o diagnostico de algum defeito no sistema de injeção eletrônica ou na parte elétrica, comece verif**ando o nível de carga da bateria automotiva. Muitos problemas elétricos tem como origem a bateria, mas poucos os profissionais que a dão a devida atenção.

07/04/2014

Galera seguem algumas dicas legais!!

01- Velas de Ignição: Verifique as condições das velas de ignição quanto a eletrodos desgastados, pois isto pode provocar uma mistura muito rica causando eventuais problemas relacionados a sonda lambda. Confira também se a aplicação da vela esta correta, a instalação de velas não especif**adas pelo fabricante podem prejudicar o funcionamento da Unidade de Comando Eletrônica (U.C.E.), gerando falhas ou até mesmo danos seríssimos ao motor.

02- Tampa do Distribuidor e rotor: Nos carros que fazem uso do distribuidor é sempre bom verif**ar se não existe umidade, tricas e oxidação excessiva nos terminais elétricos. Estes tipos de problemas podem causar falhas no motor ou até mesmo dificultar na partida do mesmo.

03- Cabos de Velas: verifique se não ha cortes ou perfurações nos cabos, pois isto pode provocar fuga de centelha (centelha escapando) do cabo para o motor ou qualquer outro aterramento elétrico. Confira com um multímetro automotivo a continuidade do cabo e observe também se os contatos elétricos do mesmo não estão oxidados.

04- Bobina de Ignição: Faça uma inspeção visual para verif**ar a existência de trincas e com o uso de uma ferramenta denominada centelhador verifique a qualidade da centelha produzida por esta bobina.

05-Combustível adulterado: O uso de combustível de má qualidade pode dificultar muito o diagnostico de um problema pois ele pode fazer com que a sonda lambda gere informações incorretas prejudicando o funcionamento do motor. O Combustível adulterado também pode danif**ar outros componentes do seu carro como: bomba de combustível, bicos injetores, velas de ignição e até mesmo partes internas do motor.

04/04/2014

VW Gol 1.0 Flex 2008: Carro perde a aceleração e a luz EPC acende

DEFEITO: Este Gol 1.0 FLEX ( Bosch ME7.5.30) cortava a aceleração de repente e logo após voltava ao seu funcionamento normal, porem a luz de EPC f**ava acesa direto.

DIAGNOSTICO: Como a luz de EPC estava f**ando acesa quando o defeito ocorria decidimos iniciar os te**es fazendo o rastreamento com o uso de um scanner. Ao verif**ar a memoria de avarias (onde f**a armazenado as informações com os defeitos que ocorrem ou ocorreram no motor) foi detectado um erro ligado ao pedal de acelerador, que neste carro é eletrônico.
Fizemos os te**es no pedal usando um multímetro automotivo e foi constatado defeito intermitente em um dos potenciômetro que fazem parte do circuito do do pedal eletrônico de aceleração.

SOLUÇÃO: Foi feito a substituição do pedal e o problema foi resolvido.

04/04/2014

VW Fox 1.0: Motor Gira Mas Não Pega

DEFEITO: Este VW Fox 1.0 2009 (IAW4GV) foi trazido a oficina para verif**ar um problema no sistema arrefecimento, que fazia o motor super aquecer e após a solução deste defeito o carro não entrou mais em funcionamento.

CAUSA: Como o defeito inicial do carro era de super aquecimento, começamos os te**es pelo sistema de arrefecimento e logo percebemos que o problema de temperatura do motor era provocado por um defeito no eletroventilador (ventoinha).
Substituímos a ventoinha e para nossa surpresa, ao darmos partida o motor virava mas não entrava em funcionamento. Sendo assim partimos para a solução desta nova falha e ao testarmos o sistema de ignição vimos que não chegava positivo na bobina de ignição.
Conferimos o fusível (F26) e o Rele de Ignição (R05) que são responsáveis pela alimentação da bobina e nenhum problema foi encontrado. Ao verif**armos o chicote elétrico a procura de alguma interrupção na fiação, notamos que o fio Preto e vermelho, que leva positivo a bobina, estava ligado ao corta corrente da central de alarme instalada no Fox.
Ao fazermos um “jump” (ponte elétrica) no corta corrente, o carro voltou a funcionar normalmente.

SOLUÇÃO: Para que não fosse necessário efetuar a troca da central do alarme, nós fizemos a conexão dos dois fios que estavam ligados ao corta corrente.

04/04/2014

02- FIAT Uno Fire: Vazamento de Óleo na Junta da Tampa de Válvulas e Retentores

DEFEITO: O proprietário deste carro estava reclamando do surgimento de vazamentos de óleo na junta da tampa de válvula e nos retentores. Segundo ele já havia ocorrido o mesmo problema anteriormente sendo que foi efetuado a troca destas peças, mas pouco tempo depois o defeito surgiu novamente.

DIAGNOSTICO: Iniciamos o reparo efetuando a troca das junta e retentores. Ao retirarmos o Blow Bly (Filtro separador de gases do cárter ou anti-chamas), o mesmo estava completamente entupido fazendo com que a pressão do óleo aumentasse além do normal e consequentemente danif**ando as juntas e retentores do motor.

SOLUÇÃO: Foi feito a substituição do Blow Bly e o vazamento acabou!

Endereço

Campos Dos Goytacazes, RJ

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