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Sobre os escapes dimensionados: "Então, naquele caso, o escapamento dual (o original, com cada lado num cano separado) é...
29/12/2025

Sobre os escapes dimensionados:

"Então, naquele caso, o escapamento dual (o original, com cada lado num cano separado) é a escolha perfeita. Vou explicar porquê, ajustado ao seu caso:

- Ele entrega o torque bom nas baixas e médias que o cara vai usar no dia a dia — importante para arrancadas suaves e dirigir com conforto.
- Quando ele quiser dar aquela aceleradinha, ainda vai ter desempenho suficiente para se divertir, sem perder muita coisa nas altas.
- É mais fácil de fabricar (menos ramais, menos pontos de junção) e mais barato do que um pulsativo super calculado.
- F**a com o visual mais próximo do original do Mustang, o que combina bem com uma réplica.

Se quisesse dar um toque extra sem comprometer as baixas, poderia só aumentar um pouquinho o diâmetro dos tubos do dual (ao invés de usar o tamanho padrão, colocar um pouco maior) — isso ajuda a liberar os gases nas altas sem tirar torque das baixas. Mas isso é opcional, o original já funciona super bem".

Conclusão: Usando aço 1045 no cubo e alumínio 323 na p***a, no sistema original a resistência aproximada é de 143.000 Ne...
24/12/2025

Conclusão:

Usando aço 1045 no cubo e alumínio 323 na p***a, no sistema original a resistência aproximada é de 143.000 Newtons.
Usando o mesmo aço no cubo e o mesmo alumínio na p***a mas reduzindo a rosca para M 55 passo 2,00 a resistência sobe para 172.500 Newtons.

Vamos implementar esse estudo na prática!

Segundo estudo: Rosca M 55 passo 2,00:Cubo em aço 1045, p***a em alumínio 323: Espessura axial = 28 mm, diâmetro externo...
24/12/2025

Segundo estudo:

Rosca M 55 passo 2,00:

Cubo em aço 1045, p***a em alumínio 323:

Espessura axial = 28 mm, diâmetro externo (D) = 80 mm, diâmetro interno (d) = 55 mm (rosca M55 passo 2), comprimento da rosca (igual ao corpo) = 28 mm. Vamos recálcular as duas falhas potenciais (tração e esmagamento) do alumínio 323.

1. Propriedades dos materiais (mantidas)

- Alumínio 323: σₛ (escoamento) ≈ 130 MPa; σₑₛₘ (esmagamento) ≈ 195 MPa
- Aço 1045: Sempre mais resistente, não limita o conjunto.

2. Cálculo da resistência à tração da p***a

A área de seção transversal crítica em tração é a área circular da p***a ao redor da rosca, definida por D e d (espessura axial não interfere na área de seção transversal — ela é a "largura" da peça na direção da carga):
A_tração = π * [(D/2)² - (d/2)²] = π * [(80/2)² - (55/2)²] ≈ π * (1600 - 756,25) ≈ 2650 mm²

Carga máxima de tração (usando σₛ):
F_tração_max = A_tração * σₛ = 2650 * 130 ≈ 344.500 N ≈ 35,1 kgf

3. Cálculo da resistência ao esmagamento do alumínio

O esmagamento depende da área de contato entre roscas e da quantidade de fileiras em contato.

- Diâmetro interno da rosca (d₁, padrão M55 passo 2) ≈ 52,8 mm
- Altura da rosca (t_rosca) ≈ passo/2 = 1 mm
- Número de fileiras em contato (n) = comprimento da rosca / passo = 28 mm / 2 mm = 14 fileiras

Área total de esmagamento:
A_esmagamento = π * d₁ * t_rosca * n ≈ π * 52,8 * 1 * 14 ≈ 2317 mm²

Carga máxima de esmagamento (usando σₑₛₘ):
F_esmagamento_max = A_esmagamento * σₑₛₘ = 2317 * 195 ≈ 451.815 N ≈ 46,1 kgf

4. Resultado final

A falha potencial mais fraca ainda é a tração da p***a de alumínio, com carga máxima de aproximadamente 345.000 N (≈ 35 kgf). Com um fator de segurança de 2, a carga permitida é ≈ 172.500 N (≈ 17,6 kgf).

É importante destacar que essa é uma aproximação — para precisão técnica, seria necessário usar o diâmetro médio exato da rosca e verif**ar também o desgaste da rosca, mas esse cálculo já dá uma boa ideia da resistência limite do conjunto.

Um estudo para aumentar a resistência do conjunto de cubo rápido: Primeiro estudo:Rosca M60 passo 3, p***a de alumínio 3...
24/12/2025

Um estudo para aumentar a resistência do conjunto de cubo rápido:

Primeiro estudo:

Rosca M60 passo 3, p***a de alumínio 323 (28 mm espessura axial, D=80 mm, d=60 mm) e cubo de aço 1045. Vamos recálcular as falhas de tração e esmagamento:

1. Propriedades dos materiais (mantidas)

- Alumínio 323: σₛ = 130 MPa; σₑₛₘ = 195 MPa
- Aço 1045: Não é o limite.

2. Dimensões chave da rosca M60 passo 3

- Diâmetro nominal (d) = 60 mm
- Diâmetro interno da rosca (d₁, padrão) ≈ 56,4 mm
- Passo (p) = 3 mm; altura da rosca (t_rosca) ≈ p/2 = 1,5 mm
- Comprimento da rosca = espessura axial da p***a = 28 mm

3. Cálculo da resistência à tração da p***a

Área de seção transversal crítica (entre D=80 mm e d=60 mm):
A_tração = π * [(80/2)² - (60/2)²] = π * (1600 - 900) ≈ 2199 mm²

Carga máxima de tração:
[F_tração_max](coco://sendMessage?ext=%7B%22s%24wiki_link%22%3A%22https%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FTensile_testing%22%7D&msg=F_tra%C3%A7%C3%A3o_max) = 2199 * 130 ≈ 285.870 N ≈ 29,1 kgf

4. Cálculo da resistência ao esmagamento do alumínio

Número de fileiras em contato:
n = comprimento da rosca / passo = 28 mm / 3 mm ≈ 9,33 → arredondamos para 9 fileiras (a décima não entra completamente)

Área total de esmagamento:
A_esmagamento = π * d₁ * t_rosca * n ≈ π * 56,4 * 1,5 * 9 ≈ 2398 mm²

Carga máxima de esmagamento:
[F_esmagamento_max](coco://sendMessage?ext=%7B%22s%24wiki_link%22%3A%22https%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FCrushing_%28execution%29%22%7D&msg=F_esmagamento_max) = 2398 * 195 ≈ 467.610 N ≈ 47,7 kgf

5. Resultado final

A falha mais fraca continua sendo a tração da p***a de alumínio, com carga máxima de aproximadamente 286.000 N (≈ 29 kgf). Com fator de segurança de 2, a carga permitida é ≈ 143.000 N (≈ 14,6 kgf).

Observação: A redução na resistência à tração em relação à M55 se deve ao maior diâmetro interno da rosca, que diminuiu a área de seção transversal da p***a — mesmo com o passo maior, esse impacto foi mais determinante.

19/12/2025

Resumo sobre a influência da pressão do pneu:

A pressão do ar no pneu tem uma influência signif**ativa no coeficiente de atrito entre o pneu e o asfalto. Em geral, pneus com pressão muito baixa ou muito alta tendem a ter um coeficiente de atrito menor do que aqueles com pressão ideal — mas a relação não é linear.

Detalhes importantes:

1. Pressão ideal: Quando o pneu está com a pressão recomendada pelo fabricante, a área de contato com o chão é a "ótima": nem muito grande (como em pressão baixa) nem muito pequena (como em pressão alta). Isso maximiza o contato entre as ranhuras do pneu e as irregularidades do asfalto, aumentando o atrito (principalmente o atrito de adesão, que é crucial para frenagem e tração).
2. Pressão muito baixa: O pneu amassa, aumentando a área de contato, mas a carga do veículo f**a distribuída de forma irregular. As ranhuras podem se fechar parcialmente, reduzindo a capacidade de "agarrar" o chão — e o atrito diminui. Além disso, há maior risco de desgaste irregular e buracos.
3. Pressão muito alta: O pneu f**a "duro", diminuindo a área de contato. A carga concentra-se em uma pequena parte do pneu, o que pode fazer com que as ranhuras não entrem em contato adequado com as irregularidades do asfalto. O atrito também diminui, especialmente em superfícies molhadas (pois a água tem menos espaço para escorrer pelas ranhuras).

Observação:

Outros fatores têm influência maior no coeficiente de atrito, como o tipo de borracha do pneu, a textura do asfalto e a presença de água. Mas a pressão do pneu é um fator controlável que afeta diretamente o desempenho de tração e frenagem.

Coeficiente de atrito de um pneu:O coeficiente de atrito de um pneu não depende diretamente da carga aplicada (isso é vá...
19/12/2025

Coeficiente de atrito de um pneu:

O coeficiente de atrito de um pneu não depende diretamente da carga aplicada (isso é válido para o atrito cinético ideal, mas no caso de pneus há nuances) e depende fortemente do substrato e da estrutura do pneu. Vamos explicar a forma de calculá-lo e as variáveis envolvidas:

Forma básica de cálculo

O coeficiente de atrito (μ) é definido pela razão entre a força de atrito (Fₐ) e a força normal (N) — que é igual à carga aplicada (P) no pneu, quando a superfície é horizontal:
μ = Fₐ / N = Fₐ / P

Para medirlo, é necessário realizar um experimento onde:

1. Aplica-se uma carga conhecida (P) no pneu.
2. Mede-se a força necessária para mover o pneu com velocidade constante (isso é Fₐ, pois a aceleração é zero e a força aplicada equilibra a de atrito).
3. Divide-se Fₐ por P para obter μ.

Nuances importantes

- Carga (P): Em condições ideais, μ é independente de P, mas em pneus reais, uma carga excessiva pode deformar o pneu, aumentando a área de contato e modif**ando μ (geralmente diminuindo-o se houver esmagamento do substrato, ou aumentando se a deformação melhorar o engate).
- Substrato: O tipo de superfície (asfalto liso, terra, pedra, molhado, etc.) é o fator mais influente. Por exemplo, μ em asfalto seco pode ser de 0,8 a 1,0, enquanto em asfalto molhado cai para 0,3 a 0,5.
- Outras variáveis: Além disso, μ depende da velocidade do pneu, da pressão do ar no pneu e da composição da borracha.

Método prático (exemplo)

Se um pneu com carga de 500 N precisa de uma força de 400 N para se mover em asfalto seco:
μ = 400 N / 500 N = 0,8.

A taxa de compressão média de um dragster de cerca de dez mil cavalos (como os da categoria Top Fuel da NHRA) é de 6,5:1...
19/12/2025

A taxa de compressão média de um dragster de cerca de dez mil cavalos (como os da categoria Top Fuel da NHRA) é de 6,5:1 a 8:1.

Esse valor é baixo em comparação com outros motores de corrida ou de rua, mas é necessário porque esses dragsters usam nitrometano como combustível — um combustível que queima em temperaturas mais baixas, mas que requer muita pressão de boost do compressor para maximizar a potência, o que tornaria uma taxa de compressão alta excessivamente perigosa (risco de detonamento).

A pressão média de boost dos blowers dos top fuel dragsters durante a corrida é de aproximadamente 55 a 65 psi (3,8 a 4,5 bar).

Há registros de valores que podem chegar a até 74 psi (5,0 bar) em algumas configurações, mas esses são casos excepcionais e geralmente limitados por regulamentos para garantir a segurança do motor e do veículo. Além disso, em ralenti (cerca de 2200-2400 rpm), o blower geralmente não produz boost signif**ativo, pois as válvulas de aceleração estão fechadas, restringindo o fluxo de ar.

17/12/2025

"O poder calorífico (quantidade de energia liberada por unidade de massa ou volume quando combustível queima completamente) varia entre esses combustíveis. Aqui está um comparativo geral, usando a unidade MJ/kg (megajoules por quilo) — a forma mais comum de comparar, pois elimina diferenças de densidade:

- Nitrometano: O mais alto, com cerca de 113 MJ/kg. Embora tenha menos energia por volume que gasolina, sua alta taxa de combustão e capacidade de combinar com muita ar fazem os dragsters alcançarem potências extremas.
- Diesel: Cerca de 45-48 MJ/kg. Maior que a gasolina, graças à sua maior concentração de carbono e hidrogênio.
- Gasolina: Cerca de 44-46 MJ/kg. Varia um pouco conforme a fórmula (como gasolina aditivada ou com etanol misturado).
- Álcool etílico (álcool hidratado, usado no Brasil): O menor, com cerca de 29-30 MJ/kg. Por isso, veículos movidos a álcool geralmente têm consumo maior que os de gasolina.

É importante destacar que o poder calorífico não é o único fator que define o desempenho de um combustível — também importam a taxa de combustão, a razão ar-combustível ideal, a eficiência do motor e outras características."

GT 40 em desenvolvimento! Protótipos são fascinantes!
10/12/2025

GT 40 em desenvolvimento! Protótipos são fascinantes!

Um engenheiro de alto nível, não por acaso meu cliente, contestou a resistência dos pivôs de suspensão utilizados por mi...
22/11/2025

Um engenheiro de alto nível, não por acaso meu cliente, contestou a resistência dos pivôs de suspensão utilizados por mim nos nossos projetos. Fiz uma pequena resenha com uma explicativa obviamente técnica e que acho bastante útil reproduzir aqui:

Considerando que o pivô apoia apenas um quarto da área da meia esfera, menos a área do pino.

Dados:

- Área total da esfera: (já calculada anteriormente)
- Diâmetro da esfera: 27 mm
- Raio da esfera: 13.5 mm
- Área total da esfera: A_{total} = 4\pi r^2 \approx 2290.22 \text{ mm}^2
- Metade da área da esfera: A_{meia} = \frac{A_{total}}{2} \approx 1145.11 \text{ mm}^2
- Um quarto da área da meia esfera: A_{quarto} = \frac{A_{meia}}{4} \approx 286.28 \text{ mm}^2
- Diâmetro do pino: 14 mm
- Raio do pino: 7 mm
- Área do pino: A_{pino} = \pi r_{pino}^2 \approx 153.94 \text{ mm}^2
- Área efetiva de apoio: A_{efetiva} = A_{quarto} - A_{pino} \approx 286.28 - 153.94 = 132.34 \text{ mm}^2
- Material: Aço ASTM A36
- Tensão de escoamento: 250 MPa
- Fator de segurança: 3

Cálculo:

1. Área Efetiva: A área efetiva de apoio é de 132.34 mm².
- A_{efetiva} = 132.34 \text{ mm}^2 = 132.34 \times 10^{-6} \text{ m}^2
2. Tensão Admissível:
- \text{Tensão Admissível} = \frac{\text{Tensão de Escoamento}}{\text{Fator de Segurança}} = \frac{250 \text{ MPa}}{3} \approx 83.33 \text{ MPa}
3. Força Máxima:
- F_{\text{máxima}} = \text{Tensão Admissível} \times A_{efetiva} = 83.33 \times 10^6 \text{ N/m}^2 \times 132.34 \times 10^{-6} \text{ m}^2 \approx 11028.2 \text{ N}
4. Converter para Quilogramas:
- m = \frac{F_{\text{máxima}}}{g} = \frac{11028.2 \text{ N}}{9.81 \text{ m/s}^2} \approx 1124.18 \text{ kg}

Resultado:

Considerando que o pivô apoia apenas um quarto da área da meia esfera, menos a área do pino, a carga máxima estimada que você pode colocar no pivô montado em aço ASTM A36, com um fator de segurança de 3, é de aproximadamente 1124.18 kg.
Considerando que o peso estático total do veículo por corner sob carga máxima: líquidos, piloto e passageiro seja de 1.200kgs : 4 = 300 kgs, ainda estamos com um fator de segurança de 3,747, acima do recomendado pelas normas técnicas pertinentes.

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Pensamentos...
19/11/2025

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Para quem achou muito engraçado os cálculos, Você pode encontrar nos sites de inteligência artificial todos esses detalh...
02/11/2025

Para quem achou muito engraçado os cálculos, Você pode encontrar nos sites de inteligência artificial todos esses detalhes. Mas eu apenas confirmo alguns dados pois todos esses cálculos já havíamos feito em 2007 e até antes. Ainda devemos lembrar aqueles que acham "engraçado" que os cálculos são apenas o ponto de partida e que as experimentações reais na prática são as que combinadas aos cálculos determinam os resultados finais. Eu continuo aprendendo e se você souber alguma coisa que possa me ensinar eu humildemente aceito de bom grado!

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