23/01/2024
O meu fundo do poço!
Sabe aquele momento em que você está em um psiquiatra ou psicólogo, e você fala para ele (a) que chegou ao fundo do poço e não consegue mais sair.
Cada um tem o seu poço sentimental, e o meu quando eu cheguei bem no fundo dele eu encontrei uma escuridão imensa, algo que parecia devastador em um primeiro momento, posterior a isso, eu encontrei água muito fria, o que normalmente é encontrando em um poço real.
Eu cheguei lá através de minhas escolhas, não essas escolhas de bem ou mau, mais escolhas ruins, que eu enxergava apenas como lado direito ou esquerdo para seguir tal caminho, não conseguia verificar que sempre existe um meio termo a ser pensado intuitivamente.
Se eu me arrependo dessas escolhas? Jamais! Se eu me arrependo como eu raciocinei para definir qual lado seguir? Ah, isso indubitavelmente sim! E o grande problema é que essas escolhas feitas por mim foram também segmentadas a minha família.
Mas como sair desse poço? Escalando-o dia após dia, subindo com pequenos passos todos os dias e claro sempre olhando para cima buscando a luz, jamais olhando para baixo naquela escuridão infinita, mesmo sabendo que a queda é muito mais rápida do que a subida.
A verdade é que quando você alcança o topo e sente aquela ar fresco novamente, você pensa que nunca mais se dará “ao luxo” de voltar lá novamente, mas não pensa que o poço continuará ali, e qualquer deslize a queda acontecerá indubitavelmente.
Mas como ficar longe desse poço? Talvez não seja tão simples, mas o pensamento é o mais correto. No meu poço eu senti além da escuridão, uma corrente de agua, então, no meu raciocínio lógico, onde há água a vida!
Não adianta você ficar flertando com o poço toda vez que você sai dele, se afaste, olhe em volta que provavelmente muito perto desse poço a uma enorme variedade de vida ali perto, proponha-se a novos desafios, procure essa vida nova, afaste-se desse ínterim que irá te puxar novamente para o fundo dessa escuridão.