30/04/2026
Hoje finalizei a última campanha de ensaios de atrito com discos de borracha contra uma roda de corundum, utilizando areia como contaminante no contato.
Foram 20 te**es experimentais, variando velocidade de deslizamento e fluxo de areia, com o objetivo de entender como contaminantes sólidos alteram os mecanismos de atrito e desgaste em elastômeros.
Esses ensaios conectam diretamente a prática experimental com o que a literatura descreve há décadas:
• a transição entre adesão e histerese,
• a influência da velocidade no regime viscoelástico,
• e o papel crítico dos terceiros corpos, como a areia, na redução de contato real e aumento do desgaste abrasivo.
Agora começa a fase mais silenciosa (e igualmente importante): tratamento de dados, análise e comparação com os modelos clássicos de atrito em borracha.
Pesquisa é isso: medir, questionar, repetir — até entender.
Today I completed the final campaign of friction tests using rubber disks sliding against a corundum wheel, with sand introduced as a third-body contaminant in the contact.
The campaign included 20 experimental runs, varying sliding velocity and sand flow rate, with the goal of understanding how solid contaminants alter friction and wear mechanisms in elastomers.
These tests directly connect experimental evidence with what decades of literature describe:
• the transition between adhesion and hysteresis,
• the role of sliding velocity in viscoelastic regimes,
• and the critical impact of third bodies in reducing real contact area and promoting abrasive wear.
Now comes a quieter — and equally important — phase: data processing, analysis, and comparison with classical rubber friction models.
Research is exactly this: measure, question, repeat — until it makes sense.