Professores Sem Fronteiras

Professores Sem Fronteiras O ensino globalizado, visando o enriquecimento da cultura num todo. Os dois conceitos mais importantes da doutrina confuciana são o Li e o Jen. Sê benevolente.

Defender a Ética e a Moral na Sociedade...A teoria moral
O Confucionismo constitui um código de conduta que guia e orienta o governo justo, as relações entre as pessoas, a conduta pública, a vida privada e a procura da retidão. O Li são as cerimônias, a etiqueta, os rituais e os bons costumes. O Jen é a benevolência, a cortesia e a gentileza. A harmonia, a paz, a justiça e a ordem estariam assegur

adas se todos praticassem o Li e o Jen. Confúcio acentua as virtudes da auto-disciplina e da generosidade. Sê rígido para contigo, mas benevolente para com os outros, tal é uma das principais máximas confucianas. Ser bom como um filho e obediente como um jovem é o que constitui a raiz do caráter da pessoa. Nunca exigir aos outros o que nós não estamos dispostos a fazer é a forma que Confúcio concebeu para formular a "regra de ouro": não faças aos outros o que não queres para ti. Há aqui semelhanças com a teoria da virtude em Aristóteles e até com o imperativo categórico de Kant. Trata os outros como um fim e nunca como um meio. O que é uma pessoa moralmente educada para Confúcio? No livro Os Analectos, dá-nos a seguinte resposta: "Eu conceberia que um homem recebeu instrução se ele aprecia homens de excelência enquanto outros homens apreciam belas mulheres, se ele se aplica ao máximo ao serviço dos seus pais e oferece a sua pessoa ao serviço do seu senhor e, se nas suas relações com os amigos, é digno de confiança no que diz, mesmo embora ele possa dizer que nunca foi ensinado" No Livro XIII, dirá: "enquanto em casa, conserva uma atitude respeitosa; quando a servir numa qualidade oficial, sê reverente; quando a tratar com outros, faz o melhor que te for possível" (Os Analectos, Livro XIII, 84). Mas Confúcio chama a atenção para a importância da constância das virtudes. Um comportamento errático, meramente oportunista e flutuando de acordo com as circunstâncias e os interesses, não é um comportamento virtuoso. Sendo certo que a moral se ensina através da instrução, também é verdade que o exemplo, o hábito e a reflexão exercem um papel primordial, de tal forma que uma pessoa que não recebeu instrução pode ser moralmente educada. A instrução, contudo, prepara a pessoa para a reflexão, ajuda a combater a rigidez e a inflexibilidade e ajuda a cultivar a humildade intelectual. Confúcio afirma que aquele que estuda é improvável que seja inflexível. A arrogância e o fanatismo são apanágio dos ignorantes: "o nobre está à vontade sem ser arrogante; o homem insignificante é arrogante sem estar à vontade" (Os Analectos, Livro XIII, 85). Obediente aos mais velhos, aos pais e àqueles de quem depende hierarquicamente, verdade e honestidade nas palavras, amigo dos amigos, reservado quanto baste e cumpridor dos ritos, tal é o homem nobre, o homem de carácter. "Aquele que é, por um lado, sincero e subtil e, por outro, amável merece ser chamado Nobre - sincero e subtil entre os amigos e amável entre os irmãos" (Os Analectos, Livro XIII, 86). Central na moral confuciana é a noção de respeito. O que é o respeito para Confúcio? "Ser respeitoso é próximo de ser observador dos ritos, o que possibilita uma pessoa a ficar isenta de desgraça e insulto. Se ao promover o bom relacionamento com parentes através do casamento, um homem consegue não perder a boa vontade dos seus próprios parentes, ele é digno de ser considerado como cabeça do clã" (Analectos, livro I, 13). O respeito pelos ritos, pelas tradições, pelos mais velhos e pelos pais é no pensamento de Confúcio o que o cumprimento do dever é no pensamento de Kant. A obediência é outro conceito chave para se compreender a moral Confuciana. Ser filial é nunca deixar de obedecer, repete Confúcio nos Analectos. Deve-se obediência a quem? Em primeiro lugar aos pais, depois aos outros parentes mais velhos, de seguida aos nossos amigos mais velhos e, por último, a todos de quem dependemos hierarquicamente, na vida pública ou na vida profissional. O dever de obediência é acompanhado pela garantia da benevolência. Aqueles a quem devemos obediência só a merecem quando são benevolentes. Confúcio admite a revolta sempre que os governantes não são dignos de obediência pelos súbditos. E os governantes não são dignos de obediências quando não mostram benevolência. O governo benevolente é um governo justo e é o único capaz de manter o povo feliz e de assegurar a prosperidade. Um governo que reprime o povo mantém o povo afastado dos problemas, pode retardar a revolta, mas não é respeitado pelo povo. Um governo que recompensa os desonestos, promove a desonestidade: "levanta os rectos e coloca-os acima dos desonestos e o povo comum considerar-te-á um modelo. Ergue os desonestos e coloca-os acima dos retos e o povo comum não olhará para ti como modelo" (Os Analectos, Livro II, 18). O que é uma pessoa moral? É aquele que não se desvia do caminho reto e que não deixa de fazer o que está correto por falta de coragem. Confúcio afasta-se da noção, cara a Platão, de que a moral é do domínio do inteligível, da alma racional e da reflexão, aproximando-se, ao invés, da noção aristotélica de que a moral é a associação da sabedoria à conduta, do intelecto com a ação, do raciocínio com o hábito. No livro II dos Analectos, afirma: "Aos quinze anos dediquei o meu coração à aprendizagem; aos trinta assumi o meu lugar; aos quarenta fiquei livre de dúvidas; aos cinquenta compreendo o Decreto do Céu; aos sessenta o meu ouvido ficou afinado; aos setenta eu segui o desejo do meu coração sem ultrapassar a linha". A aprendizagem da moral é um processo longo e contínuo, é uma empresa para toda a vida. Exige um longo período de instrução, que começa na juventude, pressupõe a conquista da maturidade, através do exercício continuado de uma profissão e dos deveres de cidadania e obriga ao exercício continuado do respeito pelos ritos e pelas regras. Um homem só é digno de ser professor quando consegue saber o que é novo, mantendo vivo o que as gerações anteriores construíram. A aprendizagem da moral exige reflexão, hábito de seguir a via reta e o contato com exemplos de pessoas virtuosas. Só o exemplo e o hábito, não é suficiente: "se uma pessoa aprende através das outras mas não pensa, essa pessoa pode ficar confusa. Se, por outro lado, uma pessoa pensa mas não aprende através dos outros, ela estará em perigo" (Os Analectos, Livro II, 17). O amor filial, o respeito e a reverência para com os pais, ocupam um lugar central na moral de Confúcio. É na família que a criança recebe a primeira instrução, é lá que ela se inicia nos ritos e que desenvolve os primeiros hábitos. Ser filial não é apenas assegurar a subsistência dos pais na velhice. É sobretudo ser reverente para com eles. Respeitá-los, obedecer-lhes e mostrar reverência: "enquanto os teus pais forem vivos, obedece aos ritos servindo-os; quando eles morrerem, obedece aos ritos sepultando-os; obedece aos ritos fazendo sacrifícios em sua honra" (Os Analectos, Livro II, 16). Outra noção essencial à moral confuciana é a reserva, a qual se aproxima bastante da noção aristotélica de moderação e de justo meio. Evita os extremos e afasta-te dos excessos. Em caso de dúvida, é preferível optar pela frugalidade do que pela extravagância. Reserva no falar, moderação nas ações, tolerância quando se está numa posição de poder, reverência para com os ritos e os mais velhos, benevolência para com os fracos, obediência aos pais e retificação dos erros, tais são as qualidades da pessoa nobre, isto é, da pessoa moralmente educada. Coragem, tolerância, dedicação e humildade são outras qualidades a ter em conta. Há três coisas que definem o homem nobre: "ficar isento de violência ao mostrar um semblante sério, aproximar-se de ser digno de confiança por apresentar uma expressão correta no seu rosto e evitar ser rude e irracional por falar em tons próprios" (Os Analectos, Livro VIII, 50). A tolerância implica ser capaz de retificar o caminho quando este se desvia da via reta. Reconhecer os erros e emendá-los. Pedir conselhos a quem sabe mais do que nós e é mais experiente. A coragem é uma qualidade que se deve ter na medida certa. Em excesso é temeridade e daí ao ódio vai um passo curto. O ódio impede a benevolência e provoca comportamentos desregrados. A congruência surge como outra qualidade prezada por Confúcio. Graças a ela, "o homem de inteligência nunca tem duas mentes, o homem de benevolência nunca se preocupa; o homem de coragem nunca tem medo" (Os Analectos, Livro XIX, 59). A reserva no falar e no vestir são. igualmente, características do homem nobre: "na corte, quando falava com os conselheiros de posição inferior, ele era afável; quando falava com conselheiros de posição superior, era franco, embora respeitoso. Na presença do seu senhor, o seu comportamento, embora respeitoso, era composto" (Os Analectos, Livro X, 61). Mais à frente, no Livro XIV, afirma: "O meu Mestre apenas falava quando era altura de o fazer. Assim as pessoas nunca se cansavam de ele falar. Ria apenas quando se sentia feliz. Assim as pessoas nunca se sentiam cansadas do seu riso. Aceitava apenas quando achava que era correto aceitar. Assim as pessoas nunca se cansavam de ele aceitar". A reserva e a parcimônia são duas qualidades centrais no homem moralmente educado. A benevolência é a qualidade maior dos justos: "regressar à observância dos ritos através da superação do ego constitui benevolência. Se, durante um único dia, um homem pudesse regressar à observância dos ritos através da superação de si próprio, então todo o Império consideraria que a benevolência era sua. No entanto, a prática da benevolência depende da própria pessoa, e não dos outros" (Os Analectos, Livro XII, 73). O homem benevolente é respeitoso e parco em palavras. Nada mais estranho a Confúcio do que a máxima: Quem o seu inimigo poupa, às mãos lhe morre". Face aos que optam pela desobediência, intolerância e indisciplina, Confúcio afirma: "os homens que rejeitam a disciplina e, no entanto, não são retos, os homens que são ignorantes e, no entanto, não são cautelosos, os homens que são destituídos de habilidade e, no entanto, não são dignos de confiança, ultrapassam bastante a minha compreensão" (Os Analectos, Livro VIII, 52). E no livro XIX de Os Analectos, Confúcio acrescenta: "eu não posso fazer nada com o homem que concorda, mas não se retifica, ou com o homem que está satisfeito, mas não se reforma". O homem de caráter sabe ser perspicaz e previdente. Quando um homem é capaz de resistir à difamação e às lamentações, o homem mostra-se perspicaz. Mas ser perspicaz é, também, ser capaz de aceitar o seu lugar na sociedade. Esta aceitação do lugar que cabe a cada um na estrutura social, definiu-a Confúcio da seguinte forma: "deixem o dirigente ser um dirigente, o súbdito um súbdito, o pai um pai, o filho um filho" (Os Analectos, Livro XII, 76). Sobre a benevolência dos governantes para com o povo comum, Confúcio afirma: "ao administrar o teu governo, que necessidade há que tu mates? Deseja apenas tu próprio o bem e o povo comum será bom. A virtude do nobre é como o vento; a virtude do homem pequeno é como a erva. Deixai o vento soprar sobre a erva e é certo que ela se dobre" (Os Analectos, Livro XII, 77). E, um pouco mais à frente, dirá que a benevolência é amar os nossos semelhantes. O respeito pelos outros constitui outra qualidade do homem nobre. A capacidade para se colocar na perspectiva dos outros, tão cara aos modelos cognitivistas da educação moral, definiu-a Confúcio da seguinte forma: "não imponhas aos outros o que tu próprio não desejas" (Os Analectos, Livro XV, 99). Nestas palavras, Confúcio revela bem o seu otimismo moral e o sentido reformador de quem acredita na capacidade da educação e da reflexão para reformar o homem e conduzi-lo no caminho da retidão moral. Convém ter presente que Confúcio viveu numa época politicamente conturbada, marcada pela corrupção nas elites governantes e por guerras entre os senhores feudais. Esse ambiente caótico foi fértil na expansão do desregramento moral entre a população e provocou um aumento da criminalidade e da miséria. As referências constantes, nas páginas de Os Analectos, ao regime do duque de Chou e à sociedade reinante no estado de Lu, remetem-nos freqüentemente para críticas ao desregramento moral, cobiça, ambição desmedida e império da desonestidade. Em oposição, Confúcio clama, com freqüência, pela necessidade de levantar os retos, colocando-os acima dos desonestos, para tornar os desonestos retos. Confúcio chama a atenção para o poder do exemplo na educação moral. Em resposta a um conselho pedido por Chi Kang Tzu, sobre a maneira de acabar com os ladrões, Confúcio não receia responder que " se tu próprio não fosses um homem de desejos, ninguém roubaria, mesmo que roubar trouxesse recompensa" (Os Analectos, Livro XII, 77). O que Confúcio quis dizer é que se os governantes não roubassem, haveria mais honestidade entre o povo. No Livro XIII, explicita, um pouco melhor, o papel do exemplo na educação moral: "encoraja o povo a trabalhar bastante, estabelecendo tu próprio um exemplo. Tzu-lu perguntou mais. O Mestre disse: não deixes que os teus esforços afrouxem...Determina um exemplo que os teus oficiais sigam; mostra brandura para com os ofensores menores e promove homens de talento"(Os Analectos, Livro XIII, 80). Um pouco mais à frente, afirma: "quando aqueles que estão acima amam os ritos, ninguém de entre o povo comum ousará ser irreverente; quando amam o que está certo, ninguém de entre o povo comum ousará ser insubordinado; quando eles amam a probidade, ninguém de entre o povo comum ousará ser insincero...Se um homem é correto em si mesmo, então haverá obediência sem que sejam dadas ordens; mas se ele não é correto em si próprio, não haverá obediência, mesmo embora as ordens sejam dadas" (Os Analectos, Livro XIII, 81). É fácil levar um povo inteiro a desviar-se da retidão moral. Difícil e moroso é conduzi-lo de novo à via da retidão: "mesmo com um verdadeiro rei, é certo que a benevolência demora uma geração a tornar-se uma realidade" (Os Analectos, Livro XIII, 82). Como é que Confúcio define uma pessoa moralmente educada? A moralidade é a matéria-prima do nobre e a nobreza de caráter vê-se pela observância dos ritos, pela modéstia e humildade no agir, pela moderação nas palavras e pela constância das qualidades. O homem educado é íntegro, benevolente, obediente e respeitador. A pessoa moralmente educada mostra respeito, é tolerante e é generoso: "se um homem é respeitoso, não será tratado com insolência. Se é tolerante, quererá vencer a multidão. Se é digno de confiança na palavra, os seus semelhantes confiar-lhe-ão responsabilidade. Se é rápido obterá resultados. Se é generoso, será suficientemente bom para ser posto numa posição acima dos seus semelhantes" (Os Analectos, Livro XVII, 110). Um nobre, isto é, uma pessoa educada, nunca esquece o que é correto, dá primazia à justiça face ao lucro e é reverente nas situações que exigem.

O menestrel de William Shakespeare...
01/02/2021

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Poema sem Rima
07/09/2020

Poema sem Rima

“poema sem versos rimados” “Às vezes o difícil procura estar por perto, Todos os dias estamos à procura da primavera sem a primavera. O sapato está afundando nas nuvens. De volta às flores de ameixa, a primavera está nos ramos já dez vezes.”
Esconde-se! Todos os dias procuro pela primavera, por este motivo ando por inúmeros picos de montanha, os sapatos estão quebrados e não encontrei o cheiro da primavera. Quando cheguei em casa, tropecei nas flores de ameixa, mas descobri que os galhos da ameixeira estavam cheios do cheiro da primavera. Às vezes, o que estamos à procura dificilmente, na verdade, às encontramos ou já as temos há muito tempo.

“poema sem versos rimados”                                                                         “Às vezes o difícil p...
07/09/2020

“poema sem versos rimados” “Às vezes o difícil procura estar por perto, Todos os dias estamos à procura da primavera sem a primavera. O sapato está afundando nas nuvens. De volta às flores de ameixa, a primavera está nos ramos já dez vezes.”
Esconde-se! Todos os dias procuro pela primavera, por este motivo ando por inúmeros picos de montanha, os sapatos estão quebrados e não encontrei o cheiro da primavera. Quando cheguei em casa, tropecei nas flores de ameixa, mas descobri que os galhos da ameixeira estavam cheios do cheiro da primavera. Às vezes, o que estamos à procura dificilmente, na verdade, às encontramos ou já as temos há muito tempo.

TAO...  um pensamento "Zen Budista...-" Todos os rios correm para o oceano" isso pode ser entendido que todos os seres c...
26/07/2020

TAO... um pensamento "Zen Budista...
-" Todos os rios correm para o oceano" isso pode ser entendido que todos os seres caminham para o Criador"

https://grandesaudiolivros.wixsite.com/fenixaudiolivros Amigos ouvintes dos livros da fênix, comunicamos que o sistema do youtube acusou vídeos duplicados em...

ainda te amo minha querida professora "Okamoto"
20/07/2020

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これらの詩は、私がしています - 愛知県岡崎市に常駐する日本人の先生、岡本の女性 - 永遠の愛

20/07/2020

“在无月之夜的漫步”
“亲耳的老歌在我的耳边弹奏,我从不迷失在黄昏,我的心中从来没有迷失,亲爱的“冈本老师”,永远在一个春天的早晨。这时的云很轻,怀旧是一种老相识,歌曲又老又怀旧,面食很好吃,使我边吃边哭。绿树总是绿的,叶子也是绿的。鸟儿停在树枝上,那里的鸟快乐地唱歌。那天晚上。。。走在小镇Li-Pô的山丘上,那里有高山……我感到很高兴。我把灰尘留在外面……今天早晨,我仍然空无一人,要活着。

"Divagações Numa Noite Sem Luar"“Músicas antigas familiares estão tocando junto aos meus ouvidos, nunca me perdi ao anoi...
20/07/2020

"Divagações Numa Noite Sem Luar"
“Músicas antigas familiares estão tocando junto aos meus ouvidos, nunca me perdi ao anoitecer, nunca houve anoitecer no meu coração, sempre haverá você, querida "Okamoto Sensei", no início de uma manhã de primavera. Nesta época, as nuvens são muito leves, a nostalgia é uma velha conhecida, as músicas são antigas e nostálgicas, o macarrão, é saboroso, e me fizeram chorar enquanto como. A árvore verde é sempre verde, as suas folhas também são verdes Pássaros estão estacionados nos seus galhos, lá os pássaros cantam alegremente. Naquela noite... Caminhando nos montes da pequena cidade de Li-Pô, com suas altas montanhas... eu me sinto feliz. Deixei o pó ficar em todo o lado de fora... Ainda estou vazio, por dentro, para viver esta manhã.

20/07/2020

“Meus olhos ainda estão na lua'' Não tente ser uma boa pessoa para os outros, tente se educar para ser uma boa pessoa para si mesmo Olha só essa frase também sabe que você escreve essa é uma pessoa boba, não sabe o que dizer claramente '' não tente fazer de si mesmo uma boa pessoa para os outros '' então a frase de trás tem que significar mais e olhe para a frase por trás '' precisa tentar educar para se tornar uma boa pessoa para si mesmo '' significa deitar fora toda a frase. É louco ou não está bravo? Isso pode querer dizer, não tente ser uma boa pessoa para os outros apagando a palavra '' só '' fora e tem que continuar a frase para ser uma boa pessoa para si mesmo, se esse significado é egoísta, quer que alguém seja difícil, quem está sofrendo, não esteja ocupado por si mesmo, e isto está a usar uma palavra. A vida, agora, são as pessoas ricas que não são tão bobas assim, fazerem caridade.

UUTAi Olena - Blessing of Nature
30/06/2020

UUTAi Olena - Blessing of Nature

Hi, my dear Friends in all the World! *You can get my music at iTunes, Google Play, Amazon, Spotify, Yandex.Music and VKontakte. Enjoy!* I am Olena UUTAi - e...

Most Amazing Voice Audition Wins Golden Buzzer & Reduces Judges To Tears | Got Talent Global
30/06/2020

Most Amazing Voice Audition Wins Golden Buzzer & Reduces Judges To Tears | Got Talent Global

The Amazing Golden Voice audition of Genadi Tkachenko wins Golden Buzzer on Got Talent Georgia! The Judges are reduced to tears when he sings the sound of th...

Sound of the Nature
30/06/2020

Sound of the Nature

Provided to YouTube by TuneCore Sound of the Nature · Gennady Tkachenko Sound of the Nature ℗ 2019 Gennady Tkachenko Released on: 2019-02-07 Composer Lyricis...

No te Detengas, Carpe Diem (Poetas Mu***os) ...
30/06/2020

No te Detengas, Carpe Diem (Poetas Mu***os) ...

No es de Walt Whitman, es una mezcla de varios poemas de varios autores- Sirva como homenaje No dejes que termine el día sin haber crecido un poco, sin haber...

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São José Do Rio Prêto, SP
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