09/06/2022
Simplif**ando, hoje você encontra no mercado três tipos de lubrif**antes para motor de automóvel: os minerais, os sintéticos e os semissintéticos, que diferem entre si pelo óleo básico que é usado em sua formulação.
◾ Mineral
Como o nome sugere, o óleo mineral tem como base um óleo puramente mineral, ou seja, obtido diretamente com o refino do petróleo, ao qual são adicionados aditivos para torná-lo mais homogêneo e eficiente.
É o tipo de produto usado desde o início da indústria automobilística e costuma ter uma durabilidade menor que a dos outros dois. Mas, respeitados os prazos de troca (incluindo a do filtro) e com o motor funcionando em temperaturas normais, quando indicado no manual, atende perfeitamente as necessidades do veículo.
◾ Sintético
Tem como base um óleo criado em laboratório, fruto de uma série de reações químicas que o modif**am para que tenha as propriedades necessárias. Como são “construídos”, são mais homogêneos, estáveis e duram mais no motor, mantendo sua capacidade de lubrif**ação por mais tempo, sem perder a eficiência.
Essa durabilidade está relacionada à maior resistência que a base sintética tem em relação à temperatura e à oxidação, o que evita, também, a acumulação de resíduos (borra) no motor.
Sua maior desvantagem é o preço, normalmente bem maior que o do similar mineral.
◾ Semissintético
Aqui, na mesma embalagem, convivem as duas tecnologias anteriores combinadas. Para ser considerado semissintético, o lubrif**ante precisa conter 10% ou mais de óleo básico sintético em sua fórmula, o que aumenta sua durabilidade em comparação ao “colega” puramente mineral. Seu custo, geralmente, f**a entre os dois anteriores.
De acordo com o tipo de motor do carro, os manuais podem indicar especif**amente o uso de um desses lubrif**antes – normalmente, em modelos de maior performance, a recomendação é pelo tipo sintético.